sábado, 2 de junho de 2012
NOVA TURMA - CURSO DO TEATRO PARA O MERCADO !
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http://www.laderlactreinamentos.com/p/treinamentos-com-valores-especiais.html
Entenda os diferenciais da geração Y no mercado de trabalho:
A turma da geração Y é irreverente, criativa, ansiosa e cheia de garra. Veja quais são as suas vantagens no mercado trabalho
Você pode até não saber exatamente o que é a tal da geração
Y que todo mundo comenta, mas com certeza faz atividades que são a
cara desse grupo. Em um dia de trabalho você deve: dar uma olhadinha nas redes
sociais várias vezes durante o expediente, procurar o seu chefe sem medo para
falar sobre um problema, tentar a todo custo remarcar a data de uma reunião para
não perder a aula na academia e pensar que está mais do que na hora de receber a
promoção que acha que merece.
Pois é. Se coisas desse tipo acontecem com você, bem-vinda ao barco da
geração Y. O termo é usado para nomear o grupo de
pessoas nascidas entre 1977 e 2000, que está revolucionando o mercado com seu
jeito apressado e conectado. "Esses jovens são dinâmicos e cheios de ideia para
transformar as empresas", diz Eline Kullock, consultora em São Paulo.
O problema é que essa turma ficou com alguns estereótipos que podem ser
prejudiciais para a carreira - se não forem bem usados. Se quiser arrasar no
figurino de jovem promissora (e cheia de potencial), selecione só as
características top dessa geração:
1. Discrição já
Ok, é bem provável que você saiba muito mais sobre redes sociais do que o seu
chefe - e isso é ótimo! Mas é bom tomar cuidado com a sua postura: ficar falando
demais sobre sua competência pode gerar uma imagem de arrogância dificílima de
ser mudada. Por isso, seja discreta na hora em que for conversar com chefes e
colegas sobre algo que você acha que domina..
2. Calma, apressadinha
Não é porque seus perfis nas redes sociais têm dezenas de atualizações a cada
minuto que você pode exigir que a vida seja tão rápida quanto a web. Nem sempre
as empresas e o mercado funcionam na mesma velocidade da sua mente. Então, não
leve para o lado pessoal se aquela sugestão que você fez em janeiro não tiver
sido aprovada até agora - você não tem controle sobre tudo.
3. Amo muito tudo isso
Se domingo à noite você fica deprimida por ter que trabalhar em algo que não
tem nenhum valor para você, saiba que não é a única. Não está no emprego certo?
Tenha calma. Demitir-se de repente e ficar pulando de um lugar para outro ou
adiar a entrada no mercado pode indicar falta de comprometimento. Tente analisar
friamente os seus objetivos, conversar com gente dos setores que interessam a
você para ver se isso tem a sua cara e, só depois, comece a distribuir
currículos por aí.
4. Ambição do bem
Não tem nada de errado em desejar ser diretora ou empreendedora de sucesso
antes dos 30. Afinal, sonhar (e ter ambição) não faz mal a ninguém - desde que
não ultrapasse a medida do bom senso. Por isso, nada de achar que em dois anos
você já será o braço direito do vice-presidente. Alcançar sucesso na carreira é
como uma dieta benfeita (de verdade!), leva tempo.
5. Dona de si
Talvez seu grande sonho de consumo seja abrir o próprio negócio. Bem, se você
está na geração Y, ter espírito empreendedor faz parte
do seu DNA. Tem vontade de ser dona do próprio nariz? Então, mais uma vez,
segure a ansiedade. Ainda não consegue levantar voo e precisa continuar como
empregada? Não desanime: dá para empreender dentro de empresas alheias, de
qualquer tamanho.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
13 dicas para manter a forma física (e mental) no trabalho
"O corpo agradece qualquer atitude que você faça para
ele", diz especialista; confira quais as atividades e os hábitos que
deveriam entrar para a sua rotina.
31 de maio de 2012
As desculpas para abdicar das horas dedicadas para qualquer
atividade física além do expediente podem ser inúmeras. Mas aviso aos craques
neste tipo de justificativa: é possível cuidar da saúde mesmo quando se
trabalha demais.
De acordo com especialistas, algumas mudanças pontuais na rotina de trabalho são suficientes para abandonar o sedentarismo e contribuir para uma vida mais saudável.
“O corpo agradece qualquer atitude que você faça para ele. E a mente mais ainda. Você se sente dono do seu destino”, diz Artur Zular, consultor científico do Intituto de Qualidade de Vida (IQV) e diretor científico do Departamento de Psicossomática da Associação Paulista de Medicina.
Por isso, acene um adeus para a preguiça e confira as dicas para manter a forma física e mental mesmo quando você trabalha demais:
1. Vá de tênis
Independente do dress code da empresa, lugar de sapato é na bolsa ou na gaveta. Pelo menos, no percurso até o trabalho, aconselham os especialistas. No lugar? Tênise disposição para caminhar.
Sim. Isso mesmo. Se você vai de carro e a empresa não possui estacionamento próprio, deixe seu carro há algumas quadras da companhia. Se o transporte público é a sua opção, desça um ponto de ônibus antes da parada mais próxima do escritório.
A prática pode até se tornar uma ótima estratégia para driblar a raiva em dias de recorde de trânsito. “Quando o trânsito estiver caótico, em vez de digladiar uma hora, não tenha medo de deixar o carro pelo caminho, ir à pé e enxergar a situação com uma postura diferente”, diz Guilherme Ribeiro, diretor da Regus Brasil.
2. Elevador? Só para os fracos
Mesmo durante o expediente é possível abdicar do sedentarismo e praticar uma atividade física. Como? Dando adeus para o elevador e desbravando os degraus das escadas do prédio em que você trabalha.
Fica assustado só em pensar na ideia? Então, acalme-se. Não é preciso subir de uma vez todos os degraus que separam o andar em que você trabalha do térreo. Ao contrário. De acordo com o especialista, a ideia é adicionar essa prática aos poucos à sua rotina. Novamente, aos poucos – para que você não morra do coração no segundo lance de escadas.
“Na descida todo santo ajuda, na subida, a coisa muda”, brinca Zular. Por isso, a fórmula é simples: para cada degrau que você subir, desça dois. Assim, se você trabalha no 10º andar, suba um andar pelas escadas e depois pegue o elevador. Na hora de voltar, desça dois lances de escadas para então recorrer ao elevador.
Aumente a dose de escada de maneira progressiva na sua rotina. A cada semana, suba um andar a mais e desça dois, além daqueles que já foram desbravados.
3. Coloque a vida em ordem
Arrumar a mesa, as gavetas e as prateleiras do escritório deve entrar para sua lista de atividades semanais. Isso mesmo. Além de garantir gasto calórico, esta prática também contribui para sua sanidade mental.
“Não faz bem para a cabeça trabalhar em um ambiente sujo e bagunçado. Você precisa estar focado”, diz Zular.
4. Desligue-se por três minutos
Quando a rotina pesar sobre seus ombros, pare. Feche os olhos por três minutos e medite. “Não precisa recitar um mantra, nem sentar na posição de lótus”, brinca o consultor do IQV. Basta sentar em uma posição ereta, fechar os olhos (ou olhar para o horizonte) e fazer respirações profundas e expirações lentas.
“Solte o ar lentamente como se tivesse um canudinho na boca”, diz o especialista. Neste período, pense em um lugar que você gosta. “Isso acalma o coração, diminui a adrenalina, o cortisol e o ritmo da frequência cardíaca, além de baixar a pressão arterial e estimular a liberação de neurotransmissores com efeito depressivo”, enumera Zular.
5. Coloque papas na língua
Não fale mal de ninguém. Não fofoque. Não alimente a rádio peão. Os três mandamentos básicos do bom relacionamento corporativo também são essenciais para manter sua boa forma emocional. Ao burlá-los, explica o consultor do IQV, “você gera um clima ruim de trabalho que afeta você também”.
6. Elogie e faça amigos
Antes, comprometa-se consigo mesmo a elogiar (de maneira sincera) pelo menos uma pessoa todos os dias. “Crie e seja responsável pelo melhor clima organizacional”, diz Zular. “Isto torna o ambiente agradável e diminui o estresse”, completa Ribeiro.
7. Seja menos competitivo
“A competência está ligada a desafios internos enquanto a competitividade, em destruir o outro”, diz o especialista do IQV.
Por isso, é essencial colocar a vontade de ser melhor que os outros de lado e focar em ser mais competente – sem se preocupar com o quanto os outros são bons no que fazem ou não.
“É muito melhor trabalhar com várias pessoas boas do que ser o único bacana rodeado por medíocres”, afirma.
8. Gargalhe
Os mal-humorados que nos perdoem, mas bom humor é fundamental. Tanto para tornar o ambiente ao redor mais leve quanto para equilibrar o caos que teima em persistir dentro de todos nós. “Ao rir, você faz ginástica respiratória e há liberação de endorfina”, diz o especialista.
9. Aproveite o dia
Se a sua empresa possui refeitório, uma vez por semana, planeje-se para almoçar fora e aproveitar o dia. “Vale a pena sair. E se for, que seja à pé. Se o restaurante fica a 500 metros da empresa, entre ida e volta, você terá andado 1 quilometro”, diz Ribeiro, da Regus. “No final do ano, isso faz diferença”.
Mas o gasto calórico não é o único benefício desta prática. “As pessoas, geralmente, ficam presas no escritório e não sabem se está fazendo sol ou se está chovendo. Sair deste ambiente contribui para quebrar a rotina e desestressar”, afirma.
10. Almoço é sagrado (e ponto)
Nesta toada, crie uma lei sagrada para a sua vida: nunca deixe um almoço sequer de lado. Tampouco aproveite este momento direto da sua mesa de trabalho.
“Se você come dentro do escritório, provavelmente, comerá rápido, não fará a digestão de uma maneira adequada. Estará comendo enquanto lê um e-mail. OU seja, não teve um tempo para relaxar”, lista Ribeiro. “Tem que aproveitar a cultura brasileira, que valoriza o almoço, e se dedicar para uma refeição saudável”.
11. Não subestime as refeições pequenas
Valorizar o almoço não significa, contudo, que você deve nutrir toda a fome do mundo para este momento e, no bom português, “colocar o pé na jaca”. Ao contrário.
“Se você toma café da manhã às 6h, às 10h já está morrendo de fome. Se você deixa para comer apenas no almoço isto compromete a atenção e aumenta as chances de doenças gástricas”, afirma Zular.
O ideal, de acordo com o especialista, é fazer pequenas pausas para um lanche entre as grandes refeições. Frutas, duas ou três bolachas de água e sal, um sanduíche de peito de peru com queijo branco são alguns exemplos de boas pedidas para este período.
12. Hidrate-se
Não faça da garrafa ou jarra de água apenas mais um objeto de decoração da sua mesa. Antes, discipline-se para tomar, pelo menos, 2 litros de líquidos durante o dia. Destes, no mínimo, 1 litro deve ser de água mineral.
“Quando você sente sede já está 5% desidratada. Por isso, o correto é ofertar água em abundância durante todo o dia”, diz Zular. Se você trabalha em ambiente com ar condicionado, a atenção deve ser redobrada. “O ar condicionado desidrata o ambiente”, diz.
Mas cuidado: os líquidos devem ser ingeridos longe das refeições. “A capacidade gástrica do nosso organismo é de 500 ml. Se você bebe um refrigerante enquanto come, acaba comendo mais e a digestão é dificultada”, explica.
13. Levante-se
Agora, também não valem todos esses cuidados se você passar o dia preso à cadeira e ao computador. Por isso, ligue o cronômetro e levante-se a cada 40 minutos e faça alongamento. Esta simples rotina pode evitar diversos problemas de saúde no futuro, como trombose venosa profunda e dores no nervo ciático, entre outros.
“Quando estiver sentado, alongue a pantorrilha esticando as pernas e direcionando a ponta dos pés para o próprio corpo. Depois, estique os braços na hora de se levantar”, descreve o especialista.
Fonte: abril.com.brDe acordo com especialistas, algumas mudanças pontuais na rotina de trabalho são suficientes para abandonar o sedentarismo e contribuir para uma vida mais saudável.
“O corpo agradece qualquer atitude que você faça para ele. E a mente mais ainda. Você se sente dono do seu destino”, diz Artur Zular, consultor científico do Intituto de Qualidade de Vida (IQV) e diretor científico do Departamento de Psicossomática da Associação Paulista de Medicina.
Por isso, acene um adeus para a preguiça e confira as dicas para manter a forma física e mental mesmo quando você trabalha demais:
1. Vá de tênis
Independente do dress code da empresa, lugar de sapato é na bolsa ou na gaveta. Pelo menos, no percurso até o trabalho, aconselham os especialistas. No lugar? Tênise disposição para caminhar.
Sim. Isso mesmo. Se você vai de carro e a empresa não possui estacionamento próprio, deixe seu carro há algumas quadras da companhia. Se o transporte público é a sua opção, desça um ponto de ônibus antes da parada mais próxima do escritório.
A prática pode até se tornar uma ótima estratégia para driblar a raiva em dias de recorde de trânsito. “Quando o trânsito estiver caótico, em vez de digladiar uma hora, não tenha medo de deixar o carro pelo caminho, ir à pé e enxergar a situação com uma postura diferente”, diz Guilherme Ribeiro, diretor da Regus Brasil.
2. Elevador? Só para os fracos
Mesmo durante o expediente é possível abdicar do sedentarismo e praticar uma atividade física. Como? Dando adeus para o elevador e desbravando os degraus das escadas do prédio em que você trabalha.
Fica assustado só em pensar na ideia? Então, acalme-se. Não é preciso subir de uma vez todos os degraus que separam o andar em que você trabalha do térreo. Ao contrário. De acordo com o especialista, a ideia é adicionar essa prática aos poucos à sua rotina. Novamente, aos poucos – para que você não morra do coração no segundo lance de escadas.
“Na descida todo santo ajuda, na subida, a coisa muda”, brinca Zular. Por isso, a fórmula é simples: para cada degrau que você subir, desça dois. Assim, se você trabalha no 10º andar, suba um andar pelas escadas e depois pegue o elevador. Na hora de voltar, desça dois lances de escadas para então recorrer ao elevador.
Aumente a dose de escada de maneira progressiva na sua rotina. A cada semana, suba um andar a mais e desça dois, além daqueles que já foram desbravados.
3. Coloque a vida em ordem
Arrumar a mesa, as gavetas e as prateleiras do escritório deve entrar para sua lista de atividades semanais. Isso mesmo. Além de garantir gasto calórico, esta prática também contribui para sua sanidade mental.
“Não faz bem para a cabeça trabalhar em um ambiente sujo e bagunçado. Você precisa estar focado”, diz Zular.
4. Desligue-se por três minutos
Quando a rotina pesar sobre seus ombros, pare. Feche os olhos por três minutos e medite. “Não precisa recitar um mantra, nem sentar na posição de lótus”, brinca o consultor do IQV. Basta sentar em uma posição ereta, fechar os olhos (ou olhar para o horizonte) e fazer respirações profundas e expirações lentas.
“Solte o ar lentamente como se tivesse um canudinho na boca”, diz o especialista. Neste período, pense em um lugar que você gosta. “Isso acalma o coração, diminui a adrenalina, o cortisol e o ritmo da frequência cardíaca, além de baixar a pressão arterial e estimular a liberação de neurotransmissores com efeito depressivo”, enumera Zular.
5. Coloque papas na língua
Não fale mal de ninguém. Não fofoque. Não alimente a rádio peão. Os três mandamentos básicos do bom relacionamento corporativo também são essenciais para manter sua boa forma emocional. Ao burlá-los, explica o consultor do IQV, “você gera um clima ruim de trabalho que afeta você também”.
6. Elogie e faça amigos
Antes, comprometa-se consigo mesmo a elogiar (de maneira sincera) pelo menos uma pessoa todos os dias. “Crie e seja responsável pelo melhor clima organizacional”, diz Zular. “Isto torna o ambiente agradável e diminui o estresse”, completa Ribeiro.
7. Seja menos competitivo
“A competência está ligada a desafios internos enquanto a competitividade, em destruir o outro”, diz o especialista do IQV.
Por isso, é essencial colocar a vontade de ser melhor que os outros de lado e focar em ser mais competente – sem se preocupar com o quanto os outros são bons no que fazem ou não.
“É muito melhor trabalhar com várias pessoas boas do que ser o único bacana rodeado por medíocres”, afirma.
8. Gargalhe
Os mal-humorados que nos perdoem, mas bom humor é fundamental. Tanto para tornar o ambiente ao redor mais leve quanto para equilibrar o caos que teima em persistir dentro de todos nós. “Ao rir, você faz ginástica respiratória e há liberação de endorfina”, diz o especialista.
9. Aproveite o dia
Se a sua empresa possui refeitório, uma vez por semana, planeje-se para almoçar fora e aproveitar o dia. “Vale a pena sair. E se for, que seja à pé. Se o restaurante fica a 500 metros da empresa, entre ida e volta, você terá andado 1 quilometro”, diz Ribeiro, da Regus. “No final do ano, isso faz diferença”.
Mas o gasto calórico não é o único benefício desta prática. “As pessoas, geralmente, ficam presas no escritório e não sabem se está fazendo sol ou se está chovendo. Sair deste ambiente contribui para quebrar a rotina e desestressar”, afirma.
10. Almoço é sagrado (e ponto)
Nesta toada, crie uma lei sagrada para a sua vida: nunca deixe um almoço sequer de lado. Tampouco aproveite este momento direto da sua mesa de trabalho.
“Se você come dentro do escritório, provavelmente, comerá rápido, não fará a digestão de uma maneira adequada. Estará comendo enquanto lê um e-mail. OU seja, não teve um tempo para relaxar”, lista Ribeiro. “Tem que aproveitar a cultura brasileira, que valoriza o almoço, e se dedicar para uma refeição saudável”.
11. Não subestime as refeições pequenas
Valorizar o almoço não significa, contudo, que você deve nutrir toda a fome do mundo para este momento e, no bom português, “colocar o pé na jaca”. Ao contrário.
“Se você toma café da manhã às 6h, às 10h já está morrendo de fome. Se você deixa para comer apenas no almoço isto compromete a atenção e aumenta as chances de doenças gástricas”, afirma Zular.
O ideal, de acordo com o especialista, é fazer pequenas pausas para um lanche entre as grandes refeições. Frutas, duas ou três bolachas de água e sal, um sanduíche de peito de peru com queijo branco são alguns exemplos de boas pedidas para este período.
12. Hidrate-se
Não faça da garrafa ou jarra de água apenas mais um objeto de decoração da sua mesa. Antes, discipline-se para tomar, pelo menos, 2 litros de líquidos durante o dia. Destes, no mínimo, 1 litro deve ser de água mineral.
“Quando você sente sede já está 5% desidratada. Por isso, o correto é ofertar água em abundância durante todo o dia”, diz Zular. Se você trabalha em ambiente com ar condicionado, a atenção deve ser redobrada. “O ar condicionado desidrata o ambiente”, diz.
Mas cuidado: os líquidos devem ser ingeridos longe das refeições. “A capacidade gástrica do nosso organismo é de 500 ml. Se você bebe um refrigerante enquanto come, acaba comendo mais e a digestão é dificultada”, explica.
13. Levante-se
Agora, também não valem todos esses cuidados se você passar o dia preso à cadeira e ao computador. Por isso, ligue o cronômetro e levante-se a cada 40 minutos e faça alongamento. Esta simples rotina pode evitar diversos problemas de saúde no futuro, como trombose venosa profunda e dores no nervo ciático, entre outros.
“Quando estiver sentado, alongue a pantorrilha esticando as pernas e direcionando a ponta dos pés para o próprio corpo. Depois, estique os braços na hora de se levantar”, descreve o especialista.
terça-feira, 1 de maio de 2012
A VIDA PASSA ASSIM...
A vida passa assim:
Se eu tivesse curiosidade seria um cientista;
Se eu tivesse paciência seria médico;
Se eu tivesse pressa, piloto de corrida;
Se fosse forte, talvez lutasse;
Se fosse bom de cálculos, economista;
Se eu fosse rico seria esnobe;
Se fosse pobre, humilde;
Se eu fosse leve, seria um monge;
Se fosse astuto, com certeza advogado;
... Se fosse engraçado, humorista;
Se eu fosse sério, empresário;
Se eu fosse poliglota seria um diplomático;
Se eu tivesse coragem, um domador,
Se eu fosse medroso, um eremita;
Se eu tivesse beleza seria modelo;
Se tivesse talento, cantor;
Se eu fosse carismático, quem sabe um ator;
Se eu fosse mais novo, começaria antes;
Se eu já soubesse daria conselhos;
Se eu visse, contaria;
Se eu escutasse, diria;
Se eu, ainda, tivesse alguma ideia, continuaria a escrever.
Ah se eu fosse... Ah se eu tivesse... Ah se eu pudesse!
Autor: Glauberto Laderlac.
Se eu tivesse curiosidade seria um cientista;
Se eu tivesse paciência seria médico;
Se eu tivesse pressa, piloto de corrida;
Se fosse forte, talvez lutasse;
Se fosse bom de cálculos, economista;
Se eu fosse rico seria esnobe;
Se fosse pobre, humilde;
Se eu fosse leve, seria um monge;
Se fosse astuto, com certeza advogado;
... Se fosse engraçado, humorista;
Se eu fosse sério, empresário;
Se eu fosse poliglota seria um diplomático;
Se eu tivesse coragem, um domador,
Se eu fosse medroso, um eremita;
Se eu tivesse beleza seria modelo;
Se tivesse talento, cantor;
Se eu fosse carismático, quem sabe um ator;
Se eu fosse mais novo, começaria antes;
Se eu já soubesse daria conselhos;
Se eu visse, contaria;
Se eu escutasse, diria;
Se eu, ainda, tivesse alguma ideia, continuaria a escrever.
Ah se eu fosse... Ah se eu tivesse... Ah se eu pudesse!
Autor: Glauberto Laderlac.
MÃES - EXEMPLOS DE PROFISSIONAIS GUERREIRAS!

A situação da mulher no mercado de trabalho tem melhorado se considerarmos as últimas décadas, mas ainda está distante do ideal; e essa situação piora quando a mulher se torna MÃE.
Se a mulher já trabalhava antes de engravidar, vem os primeiros dilemas: largar o emprego depois do fim da licença maternidade ou continuar trabalhando? Se retornar ao trabalho, com quem deixar o bebê: mãe, sogra, babá, creche...? Se optar por deixar o emprego, quem vai sustentar? O marido? Mas e se não for casada? Vai morar com a mãe? E isso é só o estopim.
Conciliar carreira, maternidade e realização pessoal
nem sempre é fácil porque em qualquer opção há que se abrir mão de alguma coisa.
Trabalhar depois da maternidade pode ser uma necessidade. O custo de vida não é
barato e com filhos sempre gasta-se mais dinheiro: remédios, fraldas, escolas
etc.
Há mulheres que escolhem trabalhar fora depois de terem
filhos simplesmente para não "pirar"; porque precisam ter uma vida própria, às
vezes nem tanto pelo dinheiro em si, mas para se sentir um pouco
mais independente, mais "livre", além de ser reconhecida por sua competência
profissional (já que muitas vezes - senão todas - o trabalho doméstico, de
cuidar da casa e dos filhos, não recebe os devidos méritos).
É fato que, independente da escolha que fizer -
trabalhar fora ou ficar em casa, a mulher abrirá mão de algo. Ou manterá sua
carreira e passará menos tempo com seu filho - nesse caso, a qualidade do tempo
será mais importante que a quantidade (afinal de contas, de que adianta passar o
dia "fisicamente" com ele, se estará entediada, deprimida ou sei-lá-mais-o-que,
e não fará uma interação adequada com a criança?) - transferindo para a creche,
para a babá ou para as avós a tarefa de educar; ou abandonará o emprego e
cuidará de pertinho da criação e educação do filho, assistindo a cada conquista,
acompanhando cada passo do desenvolvimento, e correndo o risco de um dia se
arrepender por não ter voltado ao mercado de trabalho.
Não há escolha certa ou errada. Cada mulher tenta
encontrar o melhor caminho de acordo com sua realidade, seus desejos,
suas necessidades. O ideal era conseguir encontrar um meio termo: ficar um
período maior com o filho sem precisar deixar de trabalhar, abandonar a carreira
ou desfalcar o orçamento familiar; mas, infelizmente, este ideal ainda está
distante da realidade, pelo menos da maioria das mulheres mães.
Outro fator que dificulta ainda mais o momento da
maternidade é a visão do empregador, que pensa no aumento do seu custo em
contratar uma mulher com filhos. Sim, muitos empregadores fazem as contas e
acabam desistindo de contratar alguém que, além de custar mais caro, ainda tem
mais chances de faltar ou deixar o trabalho por um período do dia para cuidar do
filho doente ou para resolver algum problema na escola, por exemplo.
É por essas e outras que as mulheres mães estão cada
vez mais se tornando empreendedoras, donas de seu próprio negócio e de
seu tempo, em busca de um equilíbrio entre carreira, maternidade e
realização pessoal.
* Este post faz parte da blogagem coletiva
proposta pela Carolina Pombo, do blog What
Mommy Needs.
Fonte: http://umapitadadecadacoisa.blogspot.com.br/2011/01/mulher-no-mercado-de-trabalho.html
Fonte: http://umapitadadecadacoisa.blogspot.com.br/2011/01/mulher-no-mercado-de-trabalho.html
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