domingo, 10 de junho de 2012

Redes Sociais para crianças

Redes sociais

"As crianças devem aguardar o tempo certo para entrar na rede"
 
 

Na medida em que se amplia e se facilita o acesso à informação, cresce imensamente a possibilidade da ampliação da ignorância e da superficialidade. Precisamos, acima de tudo, atentarmos para a autoconsciência e buscar um pouco de espírito crítico.

Fico refletindo quando um amigo se queixa da imensurável quantidade de besteirol postado diariamente nas redes sociais. Sou a favor da descontração, das conversas de comadre e das brincadeiras. Entretanto, é necessário separar o Joio do trigo. Quando estamos no âmbito profissional precisamos saber selecionar, refletir sobre o que “divulgamos” e o que “compartilhamos”. Se a questão é a educação, então é fundamental a criticidade.

Muitos textos e frases são ou não dos autores a eles atribuídos nas redes sociais? O próprio Veríssimo, em entrevista à Globo News, estava “boquiaberto” pela “autoria” de tantos textos dele por ele mesmo desconhecidos. Frases feitas fazem parte do jogo social, embora às vezes pobres e sem criatividade.
As redes sociais nos levam a reencontrar e voltar a conversar com amigos de infância, da adolescência etc. Elas nos permitem recordar momentos e lembrar os aniversários de nossos amigos. Todos os dias podemos saber as novidades, conversar online ou ver as fotos de nossos amigos (antes guardadas em álbuns); comunicar eventos, comprar e vender.

É impossível não incorporar isto à nossa vida cotidiana.

Mas podemos também usar estes instrumentos para elevar nossos níveis culturais, divulgar ideias e trocar experiências. Para isso precisamos apurar nosso senso crítico no âmbito profissional. Em minha área, outro dia, fiquei angustiada com a divulgação de um vídeo sobre a educação repleto do terrível vício de linguagem do “gerundismo”, somando mais de uma dezena de “compartilhadores”!

A internet pode ser um instrumento fundamental. Precisamos ter cultura e sabedoria para usá-la para que não se torne apenas um instrumento para as futilidades nossas de cada dia. Os jovens, especialmente, devem aprender a fazer buscas e as crianças devem aguardar o tempo certo para entrar na rede.

Adriana Oliveira
adri.o.l@hotmail.com
Doutora em Educação

FONTE: http://www.opovo.com.br/app/colunas/educacao/2012/04/10/noticiaseducacao,2817238/redes-sociais.shtml

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Desmotivação, crise, fofoca: como driblar os problemas do trabalho:




Dicas para você conseguir sair das situações difíceis da empresa sem saia justa

Fofoca, desmotivação, falta de estrutura... quem nunca passou por esse e outros problemas no trabalho? Confira dicas e soluções para enfrentar as situações mais comuns no seu emprego.

O barco está afundando
De repente, começaram boatos na "rádio-corredor" de que a empresa está prestes a abrir falência. Os funcionários passam a se assustar com o atraso nos salários e com a possibilidade de perder o emprego de uma hora para outra.
A atitude
Segundo a consultora Ana Luiza Ferraz, a solução está em colocar a história em pratos limpos: "Fale com seu chefe direto e exponha, com transparência, sua preocupação. A situação pode ser uma crise temporária ou não. Diante da resposta, você precisa decidir se continua lá - opção de muitas pessoas que têm um certo grau de carinho e envolvimento com a firma - ou se busca uma nova colocação (decisão de quem não pode correr o risco de ficar sem emprego)". Independentemente disso, Túlio Arakelin, da empresa de recrutamento AGP, diz: "Mantenhase sempre atualizada na profissão. Assim, será mais fácil se recolocar."

Falta infraestrutura na companhia
Recebeu ordens da chefia para realizar uma determinada tarefa. Porém, a empresa não dispõe do material ou equipamento necessário para cumpri-la a contento.
A atitude
"A companhia pede para fotografar um evento, mas não oferece a máquina fotográfica. Sim, você até pode levar a sua", diz Ana Luiza. No entanto, a especialista alerta: deixar em suas mãos a resolução de problemas desse tipo deve ter limite. Para o consultor Rogério Leme, é preciso analisar o momento. "Se a firma não oferece estrutura porque não tem condições, seja criativa para superar a crise. Mas se a questão se resume a diminuir gastos por ganância, negocie condições mínimas de trabalho com o gestor, lembrando sempre que a empresa deve ser a maior beneficiada".

Caí na boca do povo
Seus colegas de trabalho decidiram colocá-la na berlinda e você virou vítima de fofocas. Os boatos já chegam a incomodar e até atrapalhar seu desempenho profissional.
A atitude
Primeira atitude a tomar nesse caso: identifique quem está espalhando o falatório. Tente uma conversa com essa pessoa e exponha seu incômodo. Caso a fofoca seja mentirosa, converse com os outros colegas e esclareça os fatos. "Em último caso, procure seu chefe e relate a confusão. Não é o ideal levar a questão a ele, mas sofrer e prejudicar seu aproveitamento pode ser ainda pior", diz Ana Luiza.

Não aguento mais trabalhar tanto
Você acumula cada vez mais funções e já não consegue realizar o trabalho no tempo do expediente.
A atitude
Seja sutil ao levar o problema ao gestor. Afinal, se não souber expor a situação, a queixa pode soar como preguiça. "Liste suas tarefas nos períodos antes e depois desse acúmulo, mostrando o quanto a mais está trabalhando agora. A intenção é manter a qualidade das suas funções", diz Ana Luiza. Já Rogério sugere uma autoanálise. "Será que realmente estou executando muito trabalho ou ando desmotivada, sentindo que todas as atividades ficam nas minhas costas?" Reflita!

Querem que eu me demita
A empresa não quer mais seus serviços e a pressiona para pedir as contas.
A atitude
Você não tem obrigação de tomar essa decisão nem deve se sentir pressionada a fazer isso. "Peça demissão apenas se essa for a sua vontade e mostre que conhece bem seus direitos. Agora, se a companhia quer demiti-la, claro, ela pode fazer isso", explica Ana Luiza.

sábado, 2 de junho de 2012

NOVA TURMA - CURSO DO TEATRO PARA O MERCADO !


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                   http://www.laderlactreinamentos.com/p/treinamentos-com-valores-especiais.html

Entenda os diferenciais da geração Y no mercado de trabalho:

A turma da geração Y é irreverente, criativa, ansiosa e cheia de garra. Veja quais são as suas vantagens no mercado trabalho


Você pode até não saber exatamente o que é a tal da geração Y que todo mundo comenta, mas com certeza faz atividades que são a cara desse grupo. Em um dia de trabalho você deve: dar uma olhadinha nas redes sociais várias vezes durante o expediente, procurar o seu chefe sem medo para falar sobre um problema, tentar a todo custo remarcar a data de uma reunião para não perder a aula na academia e pensar que está mais do que na hora de receber a promoção que acha que merece.
Pois é. Se coisas desse tipo acontecem com você, bem-vinda ao barco da geração Y. O termo é usado para nomear o grupo de pessoas nascidas entre 1977 e 2000, que está revolucionando o mercado com seu jeito apressado e conectado. "Esses jovens são dinâmicos e cheios de ideia para transformar as empresas", diz Eline Kullock, consultora em São Paulo.
O problema é que essa turma ficou com alguns estereótipos que podem ser prejudiciais para a carreira - se não forem bem usados. Se quiser arrasar no figurino de jovem promissora (e cheia de potencial), selecione só as características top dessa geração: 
1. Discrição já
Ok, é bem provável que você saiba muito mais sobre redes sociais do que o seu chefe - e isso é ótimo! Mas é bom tomar cuidado com a sua postura: ficar falando demais sobre sua competência pode gerar uma imagem de arrogância dificílima de ser mudada. Por isso, seja discreta na hora em que for conversar com chefes e colegas sobre algo que você acha que domina..
2. Calma, apressadinha
Não é porque seus perfis nas redes sociais têm dezenas de atualizações a cada minuto que você pode exigir que a vida seja tão rápida quanto a web. Nem sempre as empresas e o mercado funcionam na mesma velocidade da sua mente. Então, não leve para o lado pessoal se aquela sugestão que você fez em janeiro não tiver sido aprovada até agora - você não tem controle sobre tudo. 
3. Amo muito tudo isso
Se domingo à noite você fica deprimida por ter que trabalhar em algo que não tem nenhum valor para você, saiba que não é a única. Não está no emprego certo? Tenha calma. Demitir-se de repente e ficar pulando de um lugar para outro ou adiar a entrada no mercado pode indicar falta de comprometimento. Tente analisar friamente os seus objetivos, conversar com gente dos setores que interessam a você para ver se isso tem a sua cara e, só depois, comece a distribuir currículos por aí. 
4. Ambição do bem
Não tem nada de errado em desejar ser diretora ou empreendedora de sucesso antes dos 30. Afinal, sonhar (e ter ambição) não faz mal a ninguém - desde que não ultrapasse a medida do bom senso. Por isso, nada de achar que em dois anos você já será o braço direito do vice-presidente. Alcançar sucesso na carreira é como uma dieta benfeita (de verdade!), leva tempo. 
5. Dona de si
Talvez seu grande sonho de consumo seja abrir o próprio negócio. Bem, se você está na geração Y, ter espírito empreendedor faz parte do seu DNA. Tem vontade de ser dona do próprio nariz? Então, mais uma vez, segure a ansiedade. Ainda não consegue levantar voo e precisa continuar como empregada? Não desanime: dá para empreender dentro de empresas alheias, de qualquer tamanho.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

13 dicas para manter a forma física (e mental) no trabalho


"O corpo agradece qualquer atitude que você faça para ele", diz especialista; confira quais as atividades e os hábitos que deveriam entrar para a sua rotina.
31 de maio de 2012


As desculpas para abdicar das horas dedicadas para qualquer atividade física além do expediente podem ser inúmeras. Mas aviso aos craques neste tipo de justificativa: é possível cuidar da saúde mesmo quando se trabalha demais.

De acordo com especialistas, algumas mudanças pontuais na rotina de trabalho são suficientes para abandonar o sedentarismo e contribuir para uma vida mais saudável.

“O corpo agradece qualquer atitude que você faça para ele. E a mente mais ainda. Você se sente dono do seu destino”, diz Artur Zular, consultor científico do Intituto de Qualidade de Vida (IQV) e diretor científico do Departamento de Psicossomática da Associação Paulista de Medicina.

Por isso, acene um adeus para a preguiça e confira as dicas para manter a forma física e mental mesmo quando você trabalha demais:

1. Vá de tênis
Independente do dress code da empresa, lugar de sapato é na bolsa ou na gaveta. Pelo menos, no percurso até o trabalho, aconselham os especialistas. No lugar? Tênise disposição para caminhar.

Sim. Isso mesmo. Se você vai de carro e a empresa não possui estacionamento próprio, deixe seu carro há algumas quadras da companhia. Se o transporte público é a sua opção, desça um ponto de ônibus antes da parada mais próxima do escritório.

A prática pode até se tornar uma ótima estratégia para driblar a raiva em dias de recorde de trânsito. “Quando o trânsito estiver caótico, em vez de digladiar uma hora, não tenha medo de deixar o carro pelo caminho, ir à pé e enxergar a situação com uma postura diferente”, diz Guilherme Ribeiro, diretor da Regus Brasil.


2. Elevador? Só para os fracos
Mesmo durante o expediente é possível abdicar do sedentarismo e praticar uma atividade física. Como? Dando adeus para o elevador e desbravando os degraus das escadas do prédio em que você trabalha.

Fica assustado só em pensar na ideia? Então, acalme-se. Não é preciso subir de uma vez todos os degraus que separam o andar em que você trabalha do térreo. Ao contrário. De acordo com o especialista, a ideia é adicionar essa prática aos poucos à sua rotina. Novamente, aos poucos – para que você não morra do coração no segundo lance de escadas.

“Na descida todo santo ajuda, na subida, a coisa muda”, brinca Zular. Por isso, a fórmula é simples: para cada degrau que você subir, desça dois. Assim, se você trabalha no 10º andar, suba um andar pelas escadas e depois pegue o elevador. Na hora de voltar, desça dois lances de escadas para então recorrer ao elevador.

Aumente a dose de escada de maneira progressiva na sua rotina. A cada semana, suba um andar a mais e desça dois, além daqueles que já foram desbravados.


3. Coloque a vida em ordem
Arrumar a mesa, as gavetas e as prateleiras do escritório deve entrar para sua lista de atividades semanais. Isso mesmo. Além de garantir gasto calórico, esta prática também contribui para sua sanidade mental.

“Não faz bem para a cabeça trabalhar em um ambiente sujo e bagunçado. Você precisa estar focado”, diz Zular.


4. Desligue-se por três minutos
Quando a rotina pesar sobre seus ombros, pare. Feche os olhos por três minutos e medite. “Não precisa recitar um mantra, nem sentar na posição de lótus”, brinca o consultor do IQV. Basta sentar em uma posição ereta, fechar os olhos (ou olhar para o horizonte) e fazer respirações profundas e expirações lentas.

“Solte o ar lentamente como se tivesse um canudinho na boca”, diz o especialista. Neste período, pense em um lugar que você gosta. “Isso acalma o coração, diminui a adrenalina, o cortisol e o ritmo da frequência cardíaca, além de baixar a pressão arterial e estimular a liberação de neurotransmissores com efeito depressivo”, enumera Zular.


5. Coloque papas na língua
Não fale mal de ninguém. Não fofoque. Não alimente a rádio peão. Os três mandamentos básicos do bom relacionamento corporativo também são essenciais para manter sua boa forma emocional. Ao burlá-los, explica o consultor do IQV, “você gera um clima ruim de trabalho que afeta você também”.


6. Elogie e faça amigos
Antes, comprometa-se consigo mesmo a elogiar (de maneira sincera) pelo menos uma pessoa todos os dias. “Crie e seja responsável pelo melhor clima organizacional”, diz Zular. “Isto torna o ambiente agradável e diminui o estresse”, completa Ribeiro.


7. Seja menos competitivo
“A competência está ligada a desafios internos enquanto a competitividade, em destruir o outro”, diz o especialista do IQV.

Por isso, é essencial colocar a vontade de ser melhor que os outros de lado e focar em ser mais competente – sem se preocupar com o quanto os outros são bons no que fazem ou não.

“É muito melhor trabalhar com várias pessoas boas do que ser o único bacana rodeado por medíocres”, afirma.


8. Gargalhe
Os mal-humorados que nos perdoem, mas bom humor é fundamental. Tanto para tornar o ambiente ao redor mais leve quanto para equilibrar o caos que teima em persistir dentro de todos nós. “Ao rir, você faz ginástica respiratória e há liberação de endorfina”, diz o especialista.


9. Aproveite o dia
Se a sua empresa possui refeitório, uma vez por semana, planeje-se para almoçar fora e aproveitar o dia. “Vale a pena sair. E se for, que seja à pé. Se o restaurante fica a 500 metros da empresa, entre ida e volta, você terá andado 1 quilometro”, diz Ribeiro, da Regus. “No final do ano, isso faz diferença”.

Mas o gasto calórico não é o único benefício desta prática. “As pessoas, geralmente, ficam presas no escritório e não sabem se está fazendo sol ou se está chovendo. Sair deste ambiente contribui para quebrar a rotina e desestressar”, afirma.


10. Almoço é sagrado (e ponto)
Nesta toada, crie uma lei sagrada para a sua vida: nunca deixe um almoço sequer de lado. Tampouco aproveite este momento direto da sua mesa de trabalho.

“Se você come dentro do escritório, provavelmente, comerá rápido, não fará a digestão de uma maneira adequada. Estará comendo enquanto lê um e-mail. OU seja, não teve um tempo para relaxar”, lista Ribeiro. “Tem que aproveitar a cultura brasileira, que valoriza o almoço, e se dedicar para uma refeição saudável”.


11. Não subestime as refeições pequenas
Valorizar o almoço não significa, contudo, que você deve nutrir toda a fome do mundo para este momento e, no bom português, “colocar o pé na jaca”. Ao contrário.

“Se você toma café da manhã às 6h, às 10h já está morrendo de fome. Se você deixa para comer apenas no almoço isto compromete a atenção e aumenta as chances de doenças gástricas”, afirma Zular.

O ideal, de acordo com o especialista, é fazer pequenas pausas para um lanche entre as grandes refeições. Frutas, duas ou três bolachas de água e sal, um sanduíche de peito de peru com queijo branco são alguns exemplos de boas pedidas para este período.


12. Hidrate-se
Não faça da garrafa ou jarra de água apenas mais um objeto de decoração da sua mesa. Antes, discipline-se para tomar, pelo menos, 2 litros de líquidos durante o dia. Destes, no mínimo, 1 litro deve ser de água mineral.

“Quando você sente sede já está 5% desidratada. Por isso, o correto é ofertar água em abundância durante todo o dia”, diz Zular. Se você trabalha em ambiente com ar condicionado, a atenção deve ser redobrada. “O ar condicionado desidrata o ambiente”, diz.

Mas cuidado: os líquidos devem ser ingeridos longe das refeições. “A capacidade gástrica do nosso organismo é de 500 ml. Se você bebe um refrigerante enquanto come, acaba comendo mais e a digestão é dificultada”, explica.


13. Levante-se
Agora, também não valem todos esses cuidados se você passar o dia preso à cadeira e ao computador. Por isso, ligue o cronômetro e levante-se a cada 40 minutos e faça alongamento. Esta simples rotina pode evitar diversos problemas de saúde no futuro, como trombose venosa profunda e dores no nervo ciático, entre outros.

“Quando estiver sentado, alongue a pantorrilha esticando as pernas e direcionando a ponta dos pés para o próprio corpo. Depois, estique os braços na hora de se levantar”, descreve o especialista.
Fonte: abril.com.br