sábado, 7 de julho de 2012

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Público Alvo: gestores, professores, palestrantes,  vendedores, administradores, operadores de telemarketing, recepcionistas,etc.

Objetivo: Abordar as técnicas teatrais como auxílio às situações de mercado. Facilitador: Glauberto Laderlac 
Carga horária
: 08h/a 
Local de Realização
: Hotel Meridional – Fortaleza
Dia: Domingo
- 29 de JULHO de 2012 - 09 às 18hs
Investimento: R$ 95,00 á vista ou  3x R$ 33,00 cartão 
  
PROMOÇÃO AMIGOS
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A partir 03 INSCRIÇÕES(cada): R$ 65,00 á vista ou 3x R$ 23,00 cartão


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quinta-feira, 5 de julho de 2012

SEU AMBIENTE DE TRABALHO É SAUDÁVEL?

Ambiente de trabalho é saudável para apenas três em cada dez trabalhadores


Pesquisa mostra que aspectos psicológicos são pontos cruciais; entre as reclamações, estão estresse, conflitos interpessoais, frustração e falta de feedback ou de promoções


As empresas no mundo todo precisam melhorar a satisfação de seus funcionários porque apenas três em cada dez dizem que seu ambiente de trabalho é saudável psicologicamente, diz uma nova enquete.

Segundo estudo, empregadores devem prestar atenção à saúde mental de seus funcionários - Arquivo/AE
Seja por causa do estresse, de conflitos interpessoais, frustração, falta de feedback ou promoções, 27% dos trabalhadores em 24 países dizem não estar felizes com os aspectos psicológicos do seu ambiente de trabalho, mostra uma pesquisa da empresa Ipsos.

"Empregadores devem prestar atenção à saúde mental de seus empregados, não apenas à saúde física", diz Alexandra Evershed, vice presidente sênior da Ipsos Public Affairs.

"Três em cada dez é ainda uma grande proporção e isso sobe para 44% na Argentina e 43% no México", acrescenta. Aproximadamente metade, 47%, do total de 14.618 trabalhadores ouvidos concordam que seu ambiente de trabalho era psicologicamente saudável e 26% ficaram em dúvida.
Arquivo/AE:Segundo estudo, empregadores devem prestar atenção à saúde mental de seus funcionários.

Ainda que vários americanos tenham menos férias do que os europeus e trabalhem mais horas, americanos e canadenses tiveram as avaliações mais positivas sobre saúde mental de seu trabalho, seguidos pelos trabalhadores da Índia, Austrália, Grã-Bretanha e África do Sul.

Os autores sugerem que a melhora nas economias em alguns países pode ter um papel na avaliação positiva. "Está melhor do que antes. Índia, China, Brasil, África do Sul são países em que o cenário econômico está melhor", diz Evershed.

Trabalhadores mais velhos, acima dos 50 anos, com boa renda familiar e alto nível educacional foram os mais satisfeitos.

A pesquisa envolveu trabalhadores nos seguintes países: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Hungria, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Polônia, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Turquia e Estados Unidos.
FONTE:http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,ambiente-de-trabalho-e-saudavel-para-apenas-tres-em-cada-dez-trabalhadores,848753,0.htm

domingo, 1 de julho de 2012

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FALTA DE COMPROMETIMENTO NO TRABALHO

Por Marcinéia de Oliveira – Consultora de RH da Innersmart - www.innersmart.com.br

A falta de comprometimento é uma epidemia que aumenta a cada dia e tem afetado muitas empresas. Antes de mais nada, é interessante entendermos o que realmente significa comprometimento. Essa palavra deriva de comprometer, que, de acordo com o dicionário Michaelis, significa “obrigar-se por compromisso, verbal ou escrito”. Partindo dessa definição, os profissionais, quando aceitam um trabalho, obrigam-se em acordo verbal e escrito a cumprir determinadas atividades, as famosas atribuições do cargo para o qual foi contratado. No entanto, no dia a dia acabam descuidando desse acordo e não cumprem nem metade das suas atribuições. Vão “empurrando com a barriga” e perdem o compromisso inicial, além do comprometimento.


A maioria dos supervisores, coordenadores e gerentes com que conversei para elaborar este texto me disseram que sabem do que seus funcionários precisam e o que pensam. Mas, na maioria dos casos, estão enganados. Muitos profissionais falaram que estão no trabalho atual até encontrarem outro melhor. Observei ainda que muitos deles encaram seu trabalho como sendo importante apenas para pagar as contas no final do mês.

A falta de um plano de carreira e de atividades desafiantes, além da ausência de reconhecimento, tem contribuído para que profissionais se sintam desmotivados. É importante que o chefe tire tempo para ouvir seus funcionários, para saber quais são as expectativas deles e, principalmente, entender o que os encoraja e incentiva.

É preciso ter em mente que não é apenas dinheiro o que motiva as pessoas. Reconhecimento, elogios e atividades desafiadoras são alguns exemplos disso. Muitos são rápidos em cobrar e distribuir feedback
negativo, mas não têm a mesma agilidade quando precisam agradecer e reconhecer a contribuição da equipe. Além disso, vale citar que a busca por resultados e redução de gastos tem levado algumas empresas a descuidar da qualidade de vida no ambiente de trabalho.
Um profissional comprometido é uma pessoa leal, dedicada e envolvida com seu trabalho. É isso que os leva a trabalhar arduamente em cumprir suas tarefas a tempo.  James G. Hunt e Richard W. Osborn autores do livro “Fundamentos do comportamento organizacional” afirmam que “uma pessoa que tem alto comprometimento organizacional é considerada muito leal; é uma pessoa muito envolvida com seu trabalho e é considerada muito dedicada a ele”.

Porém, isso não isso significa que o profissional precise viver para o trabalho. Ao contrário, se for comprometido com suas tarefas, procurará métodos de priorizar e aproveitar melhor seu tempo, evitando procrastinar suas atividades ou acumulá-las.
Podemos dizer que a falta de comprometimento dos profissionais pode acarretar grandes problemas para a empresa. Gay Hendricks em seu livro “A mística empresarial” menciona que um dos problemas que nós consultores encontramos na empresa são o seguinte:
“As pessoas não se identificam com um projeto, uma tarefa ou uma visão. O líder não percebe essa falta de identificação ou resolve ignorá-la. Ao invés de falar, as pessoas se calam e agem como se estivessem comprometidas.”
O problema todo começa com a falta de comprometimento de uma pessoa e termina contaminando um setor inteiro e, em alguns casos, até a empresa.

Para solucionar o problema em sua empresa é preciso abordar a questão: Como inspirar o comprometimento?

Se você é supervisor, coordenador, gerente ou exerce um cargo de chefia, lembre-se de que precisa:
- Dar significado para o trabalho das pessoas;
- Saber qual é objetivo da empresa para com sua equipe;
- Estabelecer metas e prioridades para sua equipe;
- Delegar tarefas de modo correto e monitorar o andamento;
- Aprender a liderar pessoas e não apenas gerenciá-las;
- Não prometer o que não pode cumprir;
- Aprender a ouvir as pessoas;
- Não tolerar baixo desempenho.

Mesmo seguindo todas essas dicas é possível que algum profissional mostre falta de comprometimento ou um falso comprometimento. Nesse momento, não se deve ignorar o fato.Converse com o profissional, fale sinceramente e apoiado por fatos e dados e não com suposições.
Mostre a ele quais são suas expectativas para seu desempenho e investigue para descobrir se existe alguma informação oculta.  Não foque sua atenção na pessoa, mas no problema.Você precisa de sua equipe comprometida e tratá-los com respeito e dignidade é importante. Tire tempo para cultivar um relacionamento pessoal com sua equipe. 

“As pessoas motivadas vão além do necessário, apóiam decisões tomadas pelo líder e agem com interesse na organização, mesmo que ninguém as observe.”*

Dificuldade de contratar pessoas está entre os 10 principais preocupações das companhias


Ao menos 60% das companhias não têm plano estratégico para gerenciar funcionários e sentem-se incapazes de atrair e reter talentos, aponta o estudo Global Risk Management Survey. Esta preocupação ocupa o sétimo lugar no ranking dos dez maiores riscos enfrentados pelas companhias. A pesquisa, realizada pela Aon Risck Solutions, foi apresentado na última quinta-feira (22/09), onde estiveram reunidos gestores e convidados que debateram sobre o tema.
Problemas culturais, falta de mão de obra qualificada e políticas pensadas em curto prazo foram as principais questões abordadas durante discussão do tema. Com a mudança no perfil dos ambientes de trabalho e a dificuldade de contratação, tem surgido a necessidade de traçar estratégias para assegurar a permanência dessas pessoas na empresa. “Isso é um problema tão sério que muitas pessoas estão chamando de ‘apagão de talentos’. É, por exemplo, o caso da China, que, se continuar neste ritmo, calcula-se que em 2015, terá mais empregos disponíveis do que funcionários”, informou Karla Baratto, diretora de liderança e cultura da Aon.
Ainda segundo Karla, outro problema identificado nesse sentido é quando empresas não percebem quem são esses talentos e não se preocupam em alinhar os desejos dos funcionários com o da empresa, mantendo sempre a visão imediatista. “No caso do Brasil, falta cultura pensada em longo prazo e isso é um dos fatores preocupantes que faz com que o País tenha dificuldade de manter seus talentos”, concluiu.
É preciso entender a importância e os benefícios de ter pessoas altamente capacitadas na companhia, pois, estes funcionários detêm conhecimento dos processos e da empresa como um todo e perdê-los significa perder informações importantes, muitas vezes sigilosas, para a concorrência. “Para solucionar esta questão fizemos um acordo de cavalheiros”, comentou Guilherme Brochmann, gerente de riscos e seguros do grupo DHL no Brasil.
Já Carlos Branco, gerente de riscos e seguros para América do sul da Andritz Hydro, acredita que, para manter boas pessoas, é preciso incentivar e envolver esses funcionários com os projetos e ideais da empresa. “Pensando nisso, a nossa companhia não usa a palavra reter e sim engajar e procuramos ter certeza de que o funcionário está alinhado com as expectativas da companhia”, esclareceu.
Mas antes de pensar em atrair e reter é preciso investir na profissionalização dessas pessoas para cultivar cada vez mais talentos. “É preciso investir na formação dos funcionários, assim garantimos pessoas qualificadas e comprometidas com a organização”, concluiu Karla.