terça-feira, 21 de julho de 2015
domingo, 19 de julho de 2015
QUEM NASCEU PRIMEIRO : O OVO ( AS VENDAS) OU A GALINHA ( O MERKETING) ?
Este tão célebre questionamento nos rodeia na filosofia, física, antropologia, e ainda, nas mesas de bares e afins. Hoje observamos muitas empresas tentando vender sem um marketing estruturado e empresas fazendo muito marketing sem vender nada.
Minha visão de as vendas serem o “OVO” é por ele ser o produto da “GALINHA” que é o marketing. Explicar o porque da “GALINHA” ser o marketing, até se torna óbvio. Mas, para quem ainda tem alguma dúvida é só visitar um galinheiro e ver o barulho que a ave faz para pôr seu ovo. Esta história, inclusive, é muito conhecida, quase todos já a vimos em algum lugar. A avestruz coloca um ovo enorme, mas não chega a ser tão popular quanto a galinha, que apesar de um ovo pequeno, em comparação ao da avestruz, faz um grande estardalhaço.
Dada as explicações, vamos ao paradoxo. Se voltarmos na história, sabemos que as vendas são oriundas da permuta, mas o meu questionamento é: - Era apenas a falta de opção que propiciava à permuta? - Os permutantes não se procuravam para fazer negócio? -Ah, sim eles se procuravam. E se isso ocorria, então ocorria mercado, se há mercado há marketing, afinal marketing é mercadologia. O que não havia, entretanto, era a sapiência disso. Era um processo natural, mas lógico, e em todo processo vale a lei do mais forte, mas ágil, sábio, esperto, rápido, etc. etc. etc. Tão verdade isso que o escambo evoluiu e as coisas começaram a ser vinculadas a valores e daí, como bem sabemos, surgiu a moeda.
Então achamos a resposta: - A galinha (marketing) nasceu primeiro!
Na Grécia antiga era natural que as pessoas mais persuasivas e politizadas fossem chamadas de sofistas, denominação vinda de Sócrates. Os sofistas eram exímios oradores e formadores de opinião. Geralmente se infiltravam nas multidões e sobre os discursos de opositores, faziam, já naquela época, uma espécie de buzz marketing, cochichando nos ouvidos dos outros que, aquela peleja era mentirosa, autoritária, promíscua, prepotente, e todos os outros adjetivos que se possa usar contra um adversário político. Está aí, fazia o que hoje temos de novidade no mercado, buzz marketing, mas não sabiam que o faziam.
Temos no Brasil um caso bem conhecido. Quem já não ouviu falar de David “D’Camelot” (David Camelô). Em suas palestras, o mesmo é redundante em dizer que fazia isso, fazia aquilo, e que depois diziam a ele que, o que fazia se denomina alguma coisa. Ou seja, há conceito para explicar e nomear tudo o que ele fazia e faz, e todos esses nomes são nomenclaturas de marketing. Isso que dizer que, o marketing já estava lá, e suas ações geravam o sucesso nas vendas, apenas só não eram nomeadas.
Nosso comércio tem forte influência dos árabes que, migraram pra cá e com eles trouxeram seus gritos e mercadorias espalhadas nas ruas. A idéia é ganhar quem gritar mais forte, quem conseguir chamar mais atenção da clientela (Intimidade com Cliente), ou fazer com que as pessoas que ali transitam saibam que ele é o único a vender aquele produto especifico (Liderança de Produto) e dependendo da concorrência, comunicar a todos quem tem o menor preço (Excelência Operacional). Para quem conhece planejamento estratégico, sabe que estamos falando de Balanced Scorecard, a ferramenta mais usada pelas empresas na definição de suas estratégias de negócio.
Então, venderá melhor quem tiver o melhor marketing, mas somente se (adoro esta máxima da matemática), as ações de marketing propiciarem o aumento, a manutenção, o incremento, a continuidade das VENDAS. Sem vender nenhuma estratégia de marketing manterá sua empresa.
Afinal marketing no Brasil ainda está muito atrelado à propaganda e esta custa cara. Somente bem abastecido de caixa as empresas podem investir em mídias. E serão as vendas que, logicamente farão o aporte de capital para este investimento.
É necessário analisar o mercado, definir público alvo, ter especificidade de ação em consonância com seu produto/serviço. Nem mesmo numa guerra, se atira para qualquer lado. Gastar munição pode ser um suicídio anunciado e seu oponente sabe disso e vai lhe coagir a atirar a esmo. Então tenha foco e excelentes atiradores.
Seja estratégico. Suas ações de marketing precisam ter alinhamento com sua missão e visão. Sua equipe de venda tem que primar pelos valores de sua organização. Suas vendas devem ser oriundas de algum conceito testado e adequado ao seu negócio.
Por fim, entenda! Galinha (marketing) que não põe Ovo (venda) vai pra panela. Então cuide para não fritar nos negócios. Mire naqueles que exercitam, executam, atendem, recebem seus clientes e entregam o seu serviço ou produto a eles.
Em todos os exemplos deste texto, vimos que, foi à atitude que fez a venda acontecer, e atitude é virtude humana.
Publicado em : FAST JOB
Autor: GLAUBERTO LADERLAC
Minha visão de as vendas serem o “OVO” é por ele ser o produto da “GALINHA” que é o marketing. Explicar o porque da “GALINHA” ser o marketing, até se torna óbvio. Mas, para quem ainda tem alguma dúvida é só visitar um galinheiro e ver o barulho que a ave faz para pôr seu ovo. Esta história, inclusive, é muito conhecida, quase todos já a vimos em algum lugar. A avestruz coloca um ovo enorme, mas não chega a ser tão popular quanto a galinha, que apesar de um ovo pequeno, em comparação ao da avestruz, faz um grande estardalhaço.
Dada as explicações, vamos ao paradoxo. Se voltarmos na história, sabemos que as vendas são oriundas da permuta, mas o meu questionamento é: - Era apenas a falta de opção que propiciava à permuta? - Os permutantes não se procuravam para fazer negócio? -Ah, sim eles se procuravam. E se isso ocorria, então ocorria mercado, se há mercado há marketing, afinal marketing é mercadologia. O que não havia, entretanto, era a sapiência disso. Era um processo natural, mas lógico, e em todo processo vale a lei do mais forte, mas ágil, sábio, esperto, rápido, etc. etc. etc. Tão verdade isso que o escambo evoluiu e as coisas começaram a ser vinculadas a valores e daí, como bem sabemos, surgiu a moeda.
Então achamos a resposta: - A galinha (marketing) nasceu primeiro!
Na Grécia antiga era natural que as pessoas mais persuasivas e politizadas fossem chamadas de sofistas, denominação vinda de Sócrates. Os sofistas eram exímios oradores e formadores de opinião. Geralmente se infiltravam nas multidões e sobre os discursos de opositores, faziam, já naquela época, uma espécie de buzz marketing, cochichando nos ouvidos dos outros que, aquela peleja era mentirosa, autoritária, promíscua, prepotente, e todos os outros adjetivos que se possa usar contra um adversário político. Está aí, fazia o que hoje temos de novidade no mercado, buzz marketing, mas não sabiam que o faziam.
Temos no Brasil um caso bem conhecido. Quem já não ouviu falar de David “D’Camelot” (David Camelô). Em suas palestras, o mesmo é redundante em dizer que fazia isso, fazia aquilo, e que depois diziam a ele que, o que fazia se denomina alguma coisa. Ou seja, há conceito para explicar e nomear tudo o que ele fazia e faz, e todos esses nomes são nomenclaturas de marketing. Isso que dizer que, o marketing já estava lá, e suas ações geravam o sucesso nas vendas, apenas só não eram nomeadas.
Nosso comércio tem forte influência dos árabes que, migraram pra cá e com eles trouxeram seus gritos e mercadorias espalhadas nas ruas. A idéia é ganhar quem gritar mais forte, quem conseguir chamar mais atenção da clientela (Intimidade com Cliente), ou fazer com que as pessoas que ali transitam saibam que ele é o único a vender aquele produto especifico (Liderança de Produto) e dependendo da concorrência, comunicar a todos quem tem o menor preço (Excelência Operacional). Para quem conhece planejamento estratégico, sabe que estamos falando de Balanced Scorecard, a ferramenta mais usada pelas empresas na definição de suas estratégias de negócio.
Então, venderá melhor quem tiver o melhor marketing, mas somente se (adoro esta máxima da matemática), as ações de marketing propiciarem o aumento, a manutenção, o incremento, a continuidade das VENDAS. Sem vender nenhuma estratégia de marketing manterá sua empresa.
Afinal marketing no Brasil ainda está muito atrelado à propaganda e esta custa cara. Somente bem abastecido de caixa as empresas podem investir em mídias. E serão as vendas que, logicamente farão o aporte de capital para este investimento.
É necessário analisar o mercado, definir público alvo, ter especificidade de ação em consonância com seu produto/serviço. Nem mesmo numa guerra, se atira para qualquer lado. Gastar munição pode ser um suicídio anunciado e seu oponente sabe disso e vai lhe coagir a atirar a esmo. Então tenha foco e excelentes atiradores.
Seja estratégico. Suas ações de marketing precisam ter alinhamento com sua missão e visão. Sua equipe de venda tem que primar pelos valores de sua organização. Suas vendas devem ser oriundas de algum conceito testado e adequado ao seu negócio.
Por fim, entenda! Galinha (marketing) que não põe Ovo (venda) vai pra panela. Então cuide para não fritar nos negócios. Mire naqueles que exercitam, executam, atendem, recebem seus clientes e entregam o seu serviço ou produto a eles.
Em todos os exemplos deste texto, vimos que, foi à atitude que fez a venda acontecer, e atitude é virtude humana.
Publicado em : FAST JOB
Autor: GLAUBERTO LADERLAC
sábado, 18 de julho de 2015
REVIVA
Reviva
Tomaram-me tudo que eu tinha, arrastaram-me pelo chão e
desprezaram meus pedaços pelo caminho.
E toda minha aquarela havia virado quimera e traria a maior
querela que pude enfrentar!
Segui como nada durante os melhores anos de minha vã vida!
Mergulhei numa lama sórdida do meu pequeno passado que nada
de futuro me construiu.
E quando a última luz se apagou, um silvo de frio me arrepiou
a pele, e me sacudiu do chão!
Tive certeza que nada mais me restara!
Errei! Era a minha nova aspiração me chamando! Com minhas
últimas forças fiz do meu sangue combustível e acendi uma pequena tocha que me
aqueceu e iluminou.
Ainda era pouco e tudo estava muito longe! Mas me ergui!
O cansaço e o desespero ainda moravam em mim, mas o mundo
não perdoa os fracos e eu não queria seu perdão! Queria seu dia, seu limiar,
sua luz e calor! Queria sua energia! Mas, como tê-la? Se nada eu tinha para comprá-lo?
Voltei pelos becos quais fui destroçado e catei meus pedaços
e os colei numa trouxa de retalhos atados em meus braços, mãos e cabeça!
Não havia nenhuma beleza, mas uma simples esperança que tudo
voltaria ao seu lugar! Era o bastante!
A cada nascer e a cada crepúsculo retomava minha inacabada
história, reescrevendo-a em paredes como um rupestre.
Aí alguém leu, e gostou e copiou e me elevou! Resgatou-me de
tudo e protegeu-me de todos. E quando eu estava refeito de minhas cicatrizes,
simplesmente me disse:
- Doeu mais em mim do que em você!
E entendi que era a mesma coisa, o mesmo efeito e a mesma
dor, pois nas duas pontas havia lágrimas e estas saem do mesmo local: - os
olhos que sorriem e choram!
Nada do que me veio foi ao acaso, seja aqui ou outrora, além
de ontem, mas eu o fiz e agora e eu o refaço e esta é a história de qualquer
dor que sinta!
Então que eu reviva para poder melhor viver!
Glauberto Laderlac – julho/2015
terça-feira, 14 de julho de 2015
quinta-feira, 2 de julho de 2015
ANTAGONISMO DEMOCRÁTICO OU INCÓGNITA HIPÓCRITA?
Falar
de antagonismo sem ser antagônico é no mínimo cômico, senão trágico. Mas
parafraseando Odorico Paragaçú: “Vamos botar de lado os entretantos e partir
para os finalmente”.
Mas
o risco que corro neste momento e tão grande quanto o de discordar de grupos
extremistas religiosos, quais até me pergunto, são os mesmos, religiosos?
Enfim!
Em 1995 pela TV Globo assistíamos a novela A Próxima Vítima qual, dentre seus
personagens, tinha a dupla Sandrinho (André Gonçalves) e Jefferson (Lui
Mendes), sobre eles pousou no dia capítulo final a expectativa sobre o
possível beijo gay da TV em “horário nobre”. Pois bem, de lá até o dia 31 de
janeiro de 2014, a cada, “soap opera” das nove, pairava esta
inquietação. Até que, em Amor à Vida, de Walcyr Carrasco, Mateus Solano (Felix)
beijou o “carneirinho” (Thiago Fragoso), o episódio final, inclusive
ganhou ares de final de copa de mundo.
Ótimo,
fato posto, então a democracia ganha! Quebra-se a barreira do preconceito e
viva as relações homoafetivas, certo? Errado! Antagonicamente, resolveu-se
inverter a situação e começar, ao invés de terminar uma novela, com beijo gay. Em
pleno século XXI, a trama noturna ganha ar de horrores, quando no primeiro
capítulo de Babilônia, Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg, protagonizam um
demorado beijo gay entre duas distintas senhoras. “Ato Falho”, pois estas
agraciadas atrizes chocaram o país gerando uma revoltosa ojeriza nacional, ou
não, não me compete. Contudo, vê-se aí uma incógnita hipócrita? Ou um antagonismo
democrático?
Sobre este assunto (homoafetividade) tão antagônico e
rodeado de hipocrisia, foi abafado ou pouco divulgado o fato de o eterno
Capitão Nascimento – ator Wagner Moura, qual carrega vários sucessos de
bilheteria, ter tido, como “esquecido”, no cinema brasileiro o filme Praia do
Futuro - 2014, qual também interpretava um militar (salva-vidas). Mas, ao invés
de torturar com sacos e cabos de vassouras, além de atirar sem dó ou piedade
nos caras do mal (quem é mal mesmo?), seu personagem apaixona-se por um de seus
resgatados e ambos protagonizam cenas, no mínimo antagônicas, para os nossos “padrões”,
ao ponto de causar a saída de várias pessoas em diversas salas de cinema. Ser durão,
torturar é legal, da audiência e bilheteria, ser gay e romântico não? Isto é Antagonismo
democrático ou incógnita hipócrita?
Em
fatos recentes, após serem contra, 24 deputados federais, antagonicamente,
votaram a favor da redução da maioridade penal no Brasil. Pergunto-me, quanto
de “lobby” empresarial há por trás de tudo isso? Pois, se sou capaz de
responder criminalmente a partir dos meus 16 anos, então civilmente, também
posso arcar com a responsabilidade de beber, fumar, dirigir, etc. etc., inclusive,
até já posso votar, desde 1988.
Mas, lógico, não é bem assim, pois a PEC trata de crimes
hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte. Ufa,
menos mal! Pois furtar ou roubar, sem disparar a arma ou usar a faca não é
hediondo. É horrendo, espantoso, aterrorizante, desesperador, traumatizante,
mas não é hediondo! Então, tudo isso é Antagonismo democrático ou incógnita
hipócrita?
Sobre este contexto ainda paira uma grande duvida: -
Temos vagas em presídios para esta “nova população”? Não obstante, em época de
crise, o correto é economizar, mas antagonicamente, a PEC aumenta ou custos,
pois, um detento, no Brasil, custa até 3 vezes mais do um aluno na rede
pública. É uma boa incógnita para ser resolvida!
Ainda sobre fatos recentes e mudando de assunto. Assistimos
em redes sociais uma depredação pública do jornalista Zeca Camargo por dizer
que não entendia tamanha comoção, ou algo assim, sobre a morte de Cristiano
Araújo, vitima de um trágico acidente, juntamente com sua noiva, que Deus os
tenham (se assim merecerem). Mas, não vivemos numa democracia? Onde posso
exprimir minha opinião, ou exprimir minha opinião só é permitido quando for
igual a de todos os demais? Isso é uma incógnita hipócrita ou antagonismo
democrático?
Falando em redes sociais, é antagônico perceber que a
velha máxima: “Ninguém tem nada haver com a minha vida”, torna-se uma incógnita
hipócrita, uma vez que, deixamos lá tudo exposto, nu e simplesmente à vista de
quem quiser, ou para quem sabe fazer, para quem você permitir que veja. No entanto,
nenhuma critica pode ser dirigida sobre o conteúdo exposto, afinal ninguém tem
nada haver com sua vida! Antagonismo ou uma incógnita?
Impressiono-me com a discussão política que se instala em
nosso país. Pois no auge de minha adolescência, final dos anos 80, ainda com a
resseca do regime militar e etc, íamos às ruas de cara, apenas, pintadas! Hoje no
ápice da democracia, às vezes até libertina demais, no meu conceito, pois
perde-se o respeito, e este independe de erros ou quaisquer outras
circunstâncias. Vê-se vulgos idealistas cobrirem seus rostos de máscaras e
provocarem verdadeira baderna em nome da democracia. Já temos uma democracia! O
que não se concebe, por estes outros, é o resultado dela. No entanto, a
incógnita é saber: por que os eleitos, por eles, são os mesmos de pleitos
anteriores? Isto é uma incógnita ou um antagonismo?
Sobre estas discordâncias teríamos condição de relatarmos
milhares de situações. As ambiguidades, as indiferenças, as próprias diferenças
e igualdades são geradoras de incógnitas. São as religiões, suas interpretações
e dogmas. É a política, a livre expressão que fazem a democracia, mas o quão de
fato é democrático se não há respeito pela opinião alheia? Isso é hipocrisia.
A incógnita é na matemática motivo de estudo e fato gerador
de razão, pois uma vez resoluta cessam-se as dúvidas. Quando temos algo
antagônico, ou seja, contraposições, uma das formas mais práticas de
resolvermos é através da democracia, pois pelo poder emanado ao povo, do povo e
para o povo, a maioria vence dando solução ao que não se há generalidade. Sendo
que, assistimos uma hipócrita posição de derrotado vencedor. Ou seja, não sou
eu da minoria que perdeu em votos, mas são eles os “ignorantes e burros” da
maioria que não sabem votar, isso é democracia ou hipocrisia? Ou Tudo não passa
de um Antagonismo democrático, será esta a nossa incógnita hipócrita?
Glauberto
Laderlac – Julho/2015
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