quinta-feira, 21 de junho de 2012

ADMINISTRE O TEMPO DE SUAS REUNIÕES

Como administrar o tempo para ter uma reunião sem drama?

Um guia para você parar de sofrer a cada vez que um lembrete de reunião chegar ao seu e-mail

Barbara Soalheiro, da
São Paulo - Dentro dos elevadores de uma grande empresa só existem dois consensos: a indecisão sobre o clima e a inutilidade das horas que passamos em reunião. Frases como "tenho tanta reunião que não consigo trabalhar" são tão assustadoramente comuns que, em alguns lugares nos Estados Unidos, medidas como tirar todas as cadeiras da sala para impedir que as discussões se estendam começaram a ser adotadas.
 
Ainda assim, as agendas dos executivos são preenchidas por marcações em vermelho. Se reuniões são mesmo detestáveis, por que é que não conseguimos nos livrar delas? "Porque são o jeito mais eficiente de resolver um problema", acredita Michael Begeman, da empresa americana 3M Meeting Network. Em uma entrevista para a revista americana Fast Company, Michael deixa claro que querer se livrar de reuniões é como querer se livrar de fornecedores em vez de aprender quais são os fornecedores certos para a empresa.
A americana Gina Trapani, outra estudiosa do tema e autora do livro Upgrade Your Life (com dicas A REUNIÃO PERFEITA... sobre como ser mais eficiente no trabalho), diz que o problema real é a "reuniãotite", doença comum em grandes companhias. A boa notícia é que dá, sim, para diminuir a quantidade e também transformar aquelas reuniões que são mesmo necessárias em momentos produtivos, com resultados concretos.

A reunião perfeita...
... tem objetivo definido. se todo mundo que participa já chega sabendo o objetivo da reunião, será mais fácil sair da sala com um resultado.
... tem até seis pessoas. Todas indispensáveis. quanto menor o grupo, melhor. "o ideal é reunir só os líderes, as pessoas que podem participar da decisão", diz ana lúcia serra. joyce baena completa: "seis participantes é o máximo para que a reunião seja eficiente".
... acontece em uma sala fechada. lugares descontraídos podem ser ótimos para os processos criativos, mas, na hora de tomar decisões, é importante que todo mundo esteja bem focado.

TAXA DE DESEMPREGO REDUZIDO

IBGE

Taxa de desemprego no Brasil cai a 5,8% em maio

Índice é o menor para meses de maio desde 2002, quando iniciou o IBGE começou a contabilizar os dados

A taxa de desempregados no Brasil caiu para 5,8% em maio, depois de registrar 6% em abril, segundo informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgadas nesta quinta-feira. Trata-se da menor taxa para meses de maio desde 2002, quando iniciou a série histórica.
Apesar da melhora no nível de desemprego, o rendimento médio da população ocupada registrou leve queda de 0,1% no mês passado ante abril, para 1.725,60 reais. Na comparação com um ano antes, no entanto, subiu 4,9%.
"O resultado do rendimento veio de uma estabilidade ocorrida por conta de movimentos em Porto Alegre e Salvador. São primeiros sinais e temos que ver os próximos meses", destacou o gerente da pesquisa, Cimar Azeredo.


Em comparação com maio do ano passado a taxa recuou 0,6 ponto percentual, já que estava a 6,4%. As expectativas de analistas giravam em torno de 5,9% a 6,2% para o índice.
Números - A população desocupada somou 1,4 milhão de pessoas, praticamente a mesma em relação ao mês anterior, mas uma queda de 7,1% frente a maio de 2011, com menos 107 mil pessoas nessa condição. Já a população ocupada esteve em 23 milhões em maio - aumentou 1,2% em comparação a abril. No confronto com maio de 2011, ocorreu aumento de 2,5%, com mais 554 mil ocupados.
O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado ficou estável em 11,2 milhões entre abril e maio e subiu 3,9% na comparação anual (adicional de 427 mil postos de trabalho) nesta condição.
Crescimento - O fortalecimento da renda e do emprego tem sido uma das principais armas do governo para evitar uma desaceleração ainda maior da economia brasileira, afetada pela crise internacional.
Diante do ritmo lento da atividade no Brasil, a equipe econômica da presidente Dilma Rousseff já abandonou a previsão inicial de crescimento de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano e já fala em algo em torno de 3%. O mercado, por sua vez, prevê expansão de apenas 2,3%.
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou nesta semana que a economia brasileira crescerá com ritmo de 4% no quarto trimestre e acima de 4,5% no primeiro semestre de 2013.
Para ele, esse cenário é sustentado justamente pela continuidade na geração de emprego e renda, além dos impulsos já dados pelo governo na economia.
O último foi na semana passada, quando foi anunciada uma linha de crédito de 20 bilhões de reais para que os estados possam realizar investimentos em infraestrutura.
(Com agência Reuters)

FONTE: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/taxa-de-desemprego-no-brasil-cai-a-5-8-em-maio

segunda-feira, 18 de junho de 2012

EXERCITE SUA PERSUASÃO, ORATÓRIA E FEEDBACK


Ser ator é viver. Vive melhor quem representa melhor!

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domingo, 17 de junho de 2012

PROFISSÕES QUE MAIS ENGORDAM

As profissões que mais engordam

Pesquisa da CareerBuilder fez um levantamento das profissões que dão mais quilos para os empregados:




Muita gente culpa o fim de semana gastronômico ou o feriado preguiçoso pelos quilos a mais na balança. Mas, de acordo com pesquisa do site CareerBuilder, 44% dos americanos admitem que ganharam peso nos últimos anos por conta da própria carreira.
Como era de se esperar, as profissões que favorecem o sedentarismo e o estresse apresentaram o maior número de pessoas que engordaram.


Confiram quais são:
* Profissioanis de TI;
*Policiais;
* Professores;
*Publicitários;
*Advogados e Juízes;
* Agentes de Viagens;
*Bombeiros.

Mas o tipo de trabalho não é o único fator para a obesidade. Veja quais são os principais vilões da balança durante o expediente:
Motivo para engordar Profissionais que apontaram este fator
Almoçar em frente ao computador 56%
Passar o dia sentado 54%
Comer para aliviar estresse 37%
Almoçar fora com frequência 23%
Pular refeições por falta de tempo 19%

Falar PALAVRÃO no trabalho, pega mal?

São Paulo – Muito comum no dia a dia das pessoas, o palavrão às vezes sai do ambiente casual e entra no escritório. Especialistas concordam que o uso de uma linguagem mais vulgar depende muito da personalidade de quem fala e do contexto em que as pessoas estão inseridas.

Para Romaly de Carvalho, professora de etiqueta empresarial, a norma é clara: “Só pode xingar e falar palavrão em jogo do Brasil na Copa do Mundo”, brinca. “Somos todos humanos, tem gente que fala mais, que tem o hábito. Palavrão não é adequado, mas em um momento de descontração é compreensível e pode até ser engraçado”, completa.

Sérgio Sabino, da consultoria Michael Page, concorda, mas é mais crítico em relação ao uso de palavras impróprias no trabalho: “O seu comportamento tem de ser como representante no ambiente corporativo. Falar palavrão não é o fim do mundo, acontece, mas você tem de tentar se comportar como um exemplo.”.
Para ele, existem situações mais informais no trabalho, como cafés e almoços, nas quais você conhece os interlocutores e pode agir com menos formalidade. “Mas no escritório o respeito tem de ser regra.”
Romaly não discorda, e ressalta que há ocasiões em que ser agressivo pode render processos: “Você não usa palavrão na hora da bronca, por exemplo. De jeito nenhum”, afirma.
A professora ainda comenta que falar palavrão não é para qualquer um. Além de depender da personalidade de quem fala e do contexto, pessoas que não estão em cargos mais elevados na hierarquia devem tomar cuidado. “Só corre menos risco quem está em cargo alto. Quem não está lá ainda pode comprometer a carreira”, diz.
Além disso, ela diz que é preciso perceber a cultura da empresa: “Alguns escritórios mais formais admitem menos, profissões mais liberais ou que lidam com criatividade tendem a ser mais informais”.
É comum também que palavrões sejam utilizados em discursos motivacionais nas empresas. Mas Sabino acredita que não vale a pena recorrer a esse recurso. “Eu não posso correr o risco de ofender alguns para motivar outros. Sem contar que não há garantia que aqueles que não se ofenderam efetivamente se sentiram mais motivados pelo meu discurso grosseiro”, explica.
Se você for mulher, as pessoas tendem a ser ainda mais exigentes. “O mundo corporativo até está mais igualitário, mas quando a mulher fala palavrão, a surpresa é maior”, diz Sabino. Romaly concorda: “Falar palavrões pode denegrir a imagem da profissional.

FONTE: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/falar-palavrao-no-trabalho-pega-mal