domingo, 24 de junho de 2012

MELHORE SUA DICÇÃO - PODER DE PERSUASÃO - POSTURA CORPORAL - FEED-BACK:

Timidez, Dicção Difícil, Excesso de Ademanes. 


Ser ator é viver. Vive melhor quem representa melhor! 
Exercite sua persuasão, oratória, feedback,conduções de reuniões. 

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5 MANEIRAS DE LIDAR COM CLIENTES INSATISFEITOS NAS REDES SOCIAIS


Você garante a qualidade de seus produtos? Possui uma equipe de profissionais eficaz? Parabéns! Porém, infelizmente, por melhor que sua empresa seja, provavelmente ela não passará ilesa por um processo bastante comum nas redes sociais: o das menções negativas. E agora?
Ao invés de entrar em desespero, aproveite a oportunidade. Tudo irá depender de uma estratégia de marketing inteligente e de um pouco de paciência.


E COMO FAZ ?

1. Seja dinâmico
Quando uma companhia recebe uma crítica em uma rede social, o tempo de resposta é crucial. Portanto, se isso ocorrer, lembre-se: quanto mais demorado for seu feedback, mais impaciente seu cliente irá ficar. Para piorar, se a queixa for feita no “horário de pico” das mídias sociais (que geralmente coincide com o horário comercial), é natural que muita gente apoie o consumidor em questão, o que irá gerar um buzz negativo à sua marca.Ou seja, você só tem uma saída: responder o mais breve possível.

2. Humanize seu atendimento

A pior de todas as práticas do “SAC nas redes sociais” é deletar uma reclamação (jamais faça isso!).  A segunda é a de dar como retorno um modelo de resposta padrão. Se o consumidor já estava bravo, pode ter certeza de que ficará furioso com um atendimento totalmente despersonalizado.
A receita para lidar com este problema é simples. Ao receber uma menção negativa, demonstre empatia. Comunique-se em tom amigável, chame o “reclamante” pelo nome e também se apresente. A partir deste momento, o contexto mudará, pois se tornará pessoal. É fácil gritar com uma pessoa jurídica, mas se você humanizar a abordagem, quem o criticou sentirá que está sendo “respeitado”.

3. Mantenha a discussão em aberto

Quando surge um comentário depreciativo em uma rede social, a reação instintiva é tentar “mudar a conversa” para o atendimento via telefone ou email.
No entanto, se agir desta forma, “o mundo online” não saberá o quanto você e sua equipe se esforçaram para corrigir o contratempo.
Esta é a vantagem de estar presente nas mídias sociais, pois lá tudo fica “às claras”. Milhares de pessoas saberão o quanto sua companhia preza e se preocupa com seu público-alvo.

4. Solucione o problema

Resolver a questão é sua obrigação. Sendo assim, é interessante, como estratégia de marketing, oferecer um brinde/presente à pessoa que reclamou (um produto ou serviço de sua empresa, de preferência). Logo, sua marca será lembrada pela atenção que tem com seus consumidores e pela ação positiva que adotou ao “presentear” quem a criticou.
É óbvio que tal prática não pode ser realizada com cada indivíduo que postar um comentário “ruim” em sua página. Utilize esta tática somente em circunstâncias mais graves. Você saberá quais são.

5. Às vezes, a melhor estratégia é não fazer nada

Caso tenha certeza de que sua marca tenha feito quase o “impossível” para transformar o consumidor insatisfeito em um “fã” (ou em uma pessoa “feliz”) e, mesmo assim, ele continue a falar mal de sua empresa, considere o caso como troll.
Quando alguém direciona a sua atenção a fazer menções negativas a uma marca (mesmo depois de seu problema ter sido solucionado), não há mais nada a ser feito.
Com o tempo, as outras pessoas irão notar que o desejo real do indivíduo é “aparecer”. Portanto, ignore e siga em frente.
As redes sociais podem parecer um bicho de sete cabeças no início. Porém, com o tempo, através das táticas mencionadas, você se acostumará a lidar com as críticas e aprenderá com elas. Sem contar que a visibilidade da sua marca se tornará muito maior. Isto é, se seu produto e seu atendimento são bons, a tendência é de que sua empresa só cresça com a ajuda das mídias sociais.
Se acha que sua companhia realmente tem espaço neste segmento. Não tenha medo, aposte.
Por Carla Bordin
Com informações de SocialMedia Examiner

A ERA DO VENDEDOR 2.0


Ao procurar no dicionário de língua portuguesa o significado da palavra “vender”, uma das definições encontradas é “apresentar-se, anunciar-se, exibir-se”. Ou seja, todas as características de um bom vendedor.
Sim, antigamente esse representante precisava ser tudo isso e muito mais. Ele era não só a interface entre o fabricante e o comerciante, mas toda a imagem do produto, desde os benefícios até o formato da embalagem. Todos os diferenciais do produto eram expostos nas primeiras vendas, desde características como agregar valor até a fase da conquista do cliente. Como podemos dizer, o vendedor era “o cara”.
Passaram-se os anos e essa figura foi ganhando novas atribuições. Surgiu o e-commerce, surgiram tecnologias. O vendedor deixou de ser aquele ser praticamente místico, capaz de negociar um copo de gelo para um esquimó. Muitos consumidores, e até comerciantes, passaram a até renegar o vendedor, preferindo escolher e comprar por conta própria.
Mas essas mesmas tecnologias hoje propiciam a volta do vendedor, mas não puramente com os bons dons de convencimento. Ele vem (ou deve vir) munido de mais. É a mais pura versão do vendedor 2.0. Esse personagem vem com dispositivos móveis, acessibilidade, flexibilidade, conteúdo multimídia, e muito mais coisa. É o poder do conhecimento atrelado à tecnologia na palma das mãos.
Segundo pesquisa da consultoria alemã Research2Guidance, especializada em TI e indústrias emergentes, entre 2011 e 2013, o desenvolvimento de aplicações móveis deve crescer 800% em todo mundo.
Esse cenário possibilita e amplifica o vendedor 2.0. Hoje ele não precisa mais anunciar e exibir o produto, tem apenas que estar acompanhado de um tablet ou um smartphone.
Além do fator apresentação, a integração 100% é outro grande diferencial que essa figura traz. Antigamente ao tomar um pedido, o vendedor poderia demorar até dois dias para voltar à companhia e dar início ao processo de faturamento e entrega dos produtos. Com a mobilidade é possível realizar tudo em tempo real, como uma simples compra no e-commerce, ganhando em velocidade e praticidade.
Ou seja, a mobilidade traz uma série de benefícios. Independente do acesso via internet, pode-se trabalhar com as informações, emitir pedido, fazer o roteiro de visitas, acompanhamento das ações de marketing etc. Já do lado do comprador, ele tem não só vantagens como agilidade e apresentações do produto, mas algo muito mais importante: confiabilidade. Ali, às mãos do vendedor, em um tablet ou smartphone, está a representação virtual de tudo que o que foi acordado entre as partes, é a segurança e relação de confiança entre o vendedor e o lojista.
Essas são apenas algumas das características desse novo vendedor, que de místico passou a atuar como um verdadeiro profissional altamente atualizado para apresentar, anunciar e exibir.
por José Ricardo Ferreira: Diretor Comercial da Entire Technology Partners

quinta-feira, 21 de junho de 2012

ADMINISTRE O TEMPO DE SUAS REUNIÕES

Como administrar o tempo para ter uma reunião sem drama?

Um guia para você parar de sofrer a cada vez que um lembrete de reunião chegar ao seu e-mail

Barbara Soalheiro, da
São Paulo - Dentro dos elevadores de uma grande empresa só existem dois consensos: a indecisão sobre o clima e a inutilidade das horas que passamos em reunião. Frases como "tenho tanta reunião que não consigo trabalhar" são tão assustadoramente comuns que, em alguns lugares nos Estados Unidos, medidas como tirar todas as cadeiras da sala para impedir que as discussões se estendam começaram a ser adotadas.
 
Ainda assim, as agendas dos executivos são preenchidas por marcações em vermelho. Se reuniões são mesmo detestáveis, por que é que não conseguimos nos livrar delas? "Porque são o jeito mais eficiente de resolver um problema", acredita Michael Begeman, da empresa americana 3M Meeting Network. Em uma entrevista para a revista americana Fast Company, Michael deixa claro que querer se livrar de reuniões é como querer se livrar de fornecedores em vez de aprender quais são os fornecedores certos para a empresa.
A americana Gina Trapani, outra estudiosa do tema e autora do livro Upgrade Your Life (com dicas A REUNIÃO PERFEITA... sobre como ser mais eficiente no trabalho), diz que o problema real é a "reuniãotite", doença comum em grandes companhias. A boa notícia é que dá, sim, para diminuir a quantidade e também transformar aquelas reuniões que são mesmo necessárias em momentos produtivos, com resultados concretos.

A reunião perfeita...
... tem objetivo definido. se todo mundo que participa já chega sabendo o objetivo da reunião, será mais fácil sair da sala com um resultado.
... tem até seis pessoas. Todas indispensáveis. quanto menor o grupo, melhor. "o ideal é reunir só os líderes, as pessoas que podem participar da decisão", diz ana lúcia serra. joyce baena completa: "seis participantes é o máximo para que a reunião seja eficiente".
... acontece em uma sala fechada. lugares descontraídos podem ser ótimos para os processos criativos, mas, na hora de tomar decisões, é importante que todo mundo esteja bem focado.

TAXA DE DESEMPREGO REDUZIDO

IBGE

Taxa de desemprego no Brasil cai a 5,8% em maio

Índice é o menor para meses de maio desde 2002, quando iniciou o IBGE começou a contabilizar os dados

A taxa de desempregados no Brasil caiu para 5,8% em maio, depois de registrar 6% em abril, segundo informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgadas nesta quinta-feira. Trata-se da menor taxa para meses de maio desde 2002, quando iniciou a série histórica.
Apesar da melhora no nível de desemprego, o rendimento médio da população ocupada registrou leve queda de 0,1% no mês passado ante abril, para 1.725,60 reais. Na comparação com um ano antes, no entanto, subiu 4,9%.
"O resultado do rendimento veio de uma estabilidade ocorrida por conta de movimentos em Porto Alegre e Salvador. São primeiros sinais e temos que ver os próximos meses", destacou o gerente da pesquisa, Cimar Azeredo.


Em comparação com maio do ano passado a taxa recuou 0,6 ponto percentual, já que estava a 6,4%. As expectativas de analistas giravam em torno de 5,9% a 6,2% para o índice.
Números - A população desocupada somou 1,4 milhão de pessoas, praticamente a mesma em relação ao mês anterior, mas uma queda de 7,1% frente a maio de 2011, com menos 107 mil pessoas nessa condição. Já a população ocupada esteve em 23 milhões em maio - aumentou 1,2% em comparação a abril. No confronto com maio de 2011, ocorreu aumento de 2,5%, com mais 554 mil ocupados.
O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado ficou estável em 11,2 milhões entre abril e maio e subiu 3,9% na comparação anual (adicional de 427 mil postos de trabalho) nesta condição.
Crescimento - O fortalecimento da renda e do emprego tem sido uma das principais armas do governo para evitar uma desaceleração ainda maior da economia brasileira, afetada pela crise internacional.
Diante do ritmo lento da atividade no Brasil, a equipe econômica da presidente Dilma Rousseff já abandonou a previsão inicial de crescimento de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano e já fala em algo em torno de 3%. O mercado, por sua vez, prevê expansão de apenas 2,3%.
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou nesta semana que a economia brasileira crescerá com ritmo de 4% no quarto trimestre e acima de 4,5% no primeiro semestre de 2013.
Para ele, esse cenário é sustentado justamente pela continuidade na geração de emprego e renda, além dos impulsos já dados pelo governo na economia.
O último foi na semana passada, quando foi anunciada uma linha de crédito de 20 bilhões de reais para que os estados possam realizar investimentos em infraestrutura.
(Com agência Reuters)

FONTE: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/taxa-de-desemprego-no-brasil-cai-a-5-8-em-maio