sexta-feira, 15 de junho de 2012

ATENDIMENTO OU EXIGÊNCIA?

Normalmente como consumidor, reclamamos do atendimento recebido. Basta um pequeno erro, uma falta de experiência, um treinamento inadequado ou simplesmente pouca informação que logo taxamos o prestador do serviço ou o ponto comercial como sendo um estabelecimento sem qualidade de atendimento.

É a síndrome do atendimento, porque queremos sempre ter o melhor e cada vez melhor atendidos. Mas será que somente isto pesa na hora deste relacionamento? Será que não estamos como consumidor sendo exigentes em demasia?

O outro lado da moeda nem sempre é consultado. Este lado é o do profissional de vendas, que muitas vezes fez o máximo para estar frente a frente com os seus clientes e mesmo assim, não foi o suficiente. São diversas as razões, que vão desde a inexistência de treinamento por parte da empresa, até pela falta de recursos próprios para o investimento pessoal, mas mesmo assim, será que ele está prestando um serviço ruim?

Sempre haverá profissional desqualificado, mas não serão todos que poderão ter este rótulo. E mais ainda, será que como consumidor não esteja extrapolando e exigindo um atendimento que não pode ser feito a não ser que seu custo seja incluído ao produto ou serviço? E será que quando assim procederem, eu irei comprar este produto?

Muitos, inclusive eu consumidor reclamamos de tudo e de todos porque queremos sempre o melhor para nós e ao recebermos a conta, nos assustamos. Mas não estou querendo dizer que devemos aceitar atendimento ruim. O que tento passar é que não devemos ver somente o atendimento, mas o conjunto todo, inclusive o preço.

Fui comprar um eletrodoméstico numa loja de uma grande rede. O atendimento feito foi bom, mas o sistema operacional um fracasso, apesar das desculpas recebidas que a rede estava congestionada. Aqui houve cumplicidade do profissional e da loja, porque o tempo que perdi para receber um preço deste produto e quando finalmente o mesmo fora concluído, não tinha estoque e nem previsão de entrada. O sistema poderia ter avisado que não havia o produto, sem a perda de tempo de ambos. Como precisava do produto, fui a outra loja, também de uma rede famosa e recebi um atendimento impecável e rápido; tive dúvidas e foram resolvidas. Teve preço diferente e recebi um desconto. O lema deste profissional era de não deixar cliente algum sair sem comprar e tinha o aval da empresa.

Tentei questionar o atendimento mas não tive argumentos porque tudo o que pedia era atendido e com rapidez. Portanto, ao questionar um atendimento, como consumidor, reveja seus conceitos e passe a observar outros detalhes antes de condenar à cruz um bom profissional de vendas.

Por parte das empresas, seus administradores sempre colocarão que os vendedores têm as melhores ferramentas e que não sabem usá-las. Que disponibilizam aos clientes catálogos, atendimento via 0800 e que eles não sabem reconhecer, mas será que estas empresas estão sendo diferentes as demais?

Aqui a exigência por parte do cliente é ser diferente e ter o que muitos têm, nos torna iguais e igual por igual, ficaremos, como consumidores, com aqueles que nos atendem melhor e no caso deste texto, com o vendedor da segunda loja.

Ser grande é agir como grande; conheço muitos empreendimentos pequenos, mas suas ações são grandes. Eis a diferença e esta pode ser facilmente percebida pelos clientes e sem custo algum.

Eu quero ser atendido como eu gosto e por que você não procede assim? Crie um diferencial em todo o seu sistema e com certeza muitos clientes da concorrência entrarão em sua loja querendo ser atendidos, porque perceberam o seu valor agregado de seu produto, de seu serviço.

Ia esquecendo: após uma semana, este vendedor, usando o seu celular, ligou perguntando se eu estava satisfeito. Questionei o do porque usar seu celular e ele disse que a empresa não deixa fazer ligação... nem todos são perfeitos!


Oscar Schild, um vendedor.
http://www.grandesvendedores.com.br

Autor: Oscar Marques Schild

quinta-feira, 14 de junho de 2012

A busca constante pela BELEZA ,exige aumento do número de profissionais na área

Mercado nacional de estética é considerado o 2º maior do mundo

O Brasil já tem mais de um milhão de esteticistas. No ano passado, o mercado de estética movimentou R$ 137 bilhões no país.

O mercado nacional de estética é o segundo maior do mundo e cresceu 20% ao ano na última década.
O Brasil já tem mais de um milhão de esteticistas e cada vez mais gente quer entrar nesse ramo.

Cuidar da beleza alheia exige formação. Para atuar, um esteticista tem de concluir, no mínimo, o ensino médio técnico. No entanto, atualmente, o mercado busca um profissional com uma formação mais completa, de nível superior. A maioria dos cursos brasileiros de ensino superior em estética é tecnólogo, ou seja, tem entre dois ou três anos de duração e currículo é focado no mercado de trabalho.
Engana-se quem pensa que o curso é totalmente prático. Principalmente nos anos iniciais é comum haver disciplinas teóricas como anatomia, fisiologia e química. "A química serve como base para cosmetologia, que é química orgânica praticamente pura. Também há disciplinas de nutrição voltada para estética, comportamento humano, bio segurança e organização do trabalho. O primeiro ano é formatado de uma maneira mais teórica, preparando o aluno para receber e ter bagagem suficiente para entrar na prática", afirma Letícia Valim, coordenadora do curso tecnólogo de estética e cosmética do Centro Universitário Senac, em São Paulo.
Após concluir a graduação, o profissional está habilitado a trabalhar com estética facial, corporal e capilar, além de prestar consultorias na área e atuar em indústrias de cosmetologia. Pode ser contratado por salões de cabeleireiro até clínicas médicas, além de abrir seu próprio negócio ou lecionar.
"Em um salão de cabeleireiro um esteticista pode, por exemplo, além de cuidar da pele, trabalhar com harmonia do rosto, sobrancelha e maquiagem. Em clínicas, é possível assessorar médicos como vascular, dermatologista e cirurgião plástico", diz Adriana Luna que concluiu o técnico em estética, mas atualmente cursa a graduação.
Para Adriana, os eventos esportivos mundiais que o Brasil vai sediar nos próximos anos vão ajudar a alavancar a profissão e abrir novos nichos, como os spas urbanos. "Com a preocupação por qualidade de vida, as pessoas têm procurado muito este serviço. Americanos e europeus estão acostumados com os spas. Temos de pensar que essas pessoas não vão vir só para os jogos e, sim, para aproveitar nosso país, que é lindo", afirma a esteticista.
No Brasil, um dos países campeões de consumo de artigos de cosmética do mundo, outro público que ajuda a expandir o mercado para os esteticistas é o universo masculino. "A gente lida com pessoas o tempo todo. Mesmo em um trabalho que você está na frente de um computador, em algum momento pode estar numa reunião e encontrar pessoas. É necessário estar bem. Acho que o homem entendeu isso", diz Adriana.

FONTE:http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/guia-de-carreiras/noticia/2011/05/guia-de-carreiras-estetica.html

MUDANÇAS RIO+20

Na véspera do fim das negociações, Brasil tenta salvar texto da Rio+20

Primeira fase de negociações vai até esta sexta-feira.
Depois, chefes de Estado buscam acordo a partir do dia 20.

O secretário-executivo da Comissão Nacional para a Rio+20, Luiz Alberto Figueiredo, disse que as negociações para a criação de meios de implementação para o desenvolvimento sustentável -- que incluem formas de financiamento, tecnologia e capacitação de países --, ainda são alvo de divergências entre as delegações.
Em entrevista coletiva realizada no Riocentro nesta quinta-feira (14), o diplomata informou que houve avanços nas negociações sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis. Porém, a falta de consenso preocupa, já que se aproxima o prazo final das negociações do Comitê Preparatório da Rio+20.
"Nos interessa um documento forte e não um 'meio termo'," disse Figueiredo.
Após o fim da fase de negociações, o governo brasileiro organiza debates com especialistas, entre 16 e 19 de junho. Depois, os chefes de Estado e governo vão debater o texto no segmento de alto nível, dos dias 20 a 22.
Mais cedo, o diretor da ONU para o desenvolvimento sustentável, Nilchil Seth, disse que as negociações, previstas para acabar nesta sexta, podem se estender pelo fim de semana a pedido dos diplomatas.
Figueiredo, no entanto, disse que o Brasil, enquanto país que preside a conferência, acredita que as negociações vão terminar na sexta. Se isso não acontecer, o governo vai agir para tentar fazer as nações entrarem em acordo.
“O Brasil vai buscar sugerir opções de solução (...). Como presidência, auxiliará assumindo as negociações e buscando pontos de convergências. É nossa função explorar vias de acordo com nossos parceiros, sem abandonar a postura como membro [da ONU]. Temos que vestir outro chapéu, que é o da presidência e que nos leva a busca do meio termo”, explicou.
O negociador-chefe da delegação brasileira negou a existência de um documento paralelo ao texto atualmente debatido entre as delegações.
“O Brasil não apresentará novos textos. É muito natural que surjam rumores de que o país-sede tenha um texto na manga e o apresente na última hora”.

FONTE: http://g1.globo.com/natureza/rio20/noticia/2012/06/negociacoes-avancaram-na-rio20-mas-ha-divergencias-diz-embaixador.html

domingo, 10 de junho de 2012

Redes Sociais para crianças

Redes sociais

"As crianças devem aguardar o tempo certo para entrar na rede"
 
 

Na medida em que se amplia e se facilita o acesso à informação, cresce imensamente a possibilidade da ampliação da ignorância e da superficialidade. Precisamos, acima de tudo, atentarmos para a autoconsciência e buscar um pouco de espírito crítico.

Fico refletindo quando um amigo se queixa da imensurável quantidade de besteirol postado diariamente nas redes sociais. Sou a favor da descontração, das conversas de comadre e das brincadeiras. Entretanto, é necessário separar o Joio do trigo. Quando estamos no âmbito profissional precisamos saber selecionar, refletir sobre o que “divulgamos” e o que “compartilhamos”. Se a questão é a educação, então é fundamental a criticidade.

Muitos textos e frases são ou não dos autores a eles atribuídos nas redes sociais? O próprio Veríssimo, em entrevista à Globo News, estava “boquiaberto” pela “autoria” de tantos textos dele por ele mesmo desconhecidos. Frases feitas fazem parte do jogo social, embora às vezes pobres e sem criatividade.
As redes sociais nos levam a reencontrar e voltar a conversar com amigos de infância, da adolescência etc. Elas nos permitem recordar momentos e lembrar os aniversários de nossos amigos. Todos os dias podemos saber as novidades, conversar online ou ver as fotos de nossos amigos (antes guardadas em álbuns); comunicar eventos, comprar e vender.

É impossível não incorporar isto à nossa vida cotidiana.

Mas podemos também usar estes instrumentos para elevar nossos níveis culturais, divulgar ideias e trocar experiências. Para isso precisamos apurar nosso senso crítico no âmbito profissional. Em minha área, outro dia, fiquei angustiada com a divulgação de um vídeo sobre a educação repleto do terrível vício de linguagem do “gerundismo”, somando mais de uma dezena de “compartilhadores”!

A internet pode ser um instrumento fundamental. Precisamos ter cultura e sabedoria para usá-la para que não se torne apenas um instrumento para as futilidades nossas de cada dia. Os jovens, especialmente, devem aprender a fazer buscas e as crianças devem aguardar o tempo certo para entrar na rede.

Adriana Oliveira
adri.o.l@hotmail.com
Doutora em Educação

FONTE: http://www.opovo.com.br/app/colunas/educacao/2012/04/10/noticiaseducacao,2817238/redes-sociais.shtml

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Desmotivação, crise, fofoca: como driblar os problemas do trabalho:




Dicas para você conseguir sair das situações difíceis da empresa sem saia justa

Fofoca, desmotivação, falta de estrutura... quem nunca passou por esse e outros problemas no trabalho? Confira dicas e soluções para enfrentar as situações mais comuns no seu emprego.

O barco está afundando
De repente, começaram boatos na "rádio-corredor" de que a empresa está prestes a abrir falência. Os funcionários passam a se assustar com o atraso nos salários e com a possibilidade de perder o emprego de uma hora para outra.
A atitude
Segundo a consultora Ana Luiza Ferraz, a solução está em colocar a história em pratos limpos: "Fale com seu chefe direto e exponha, com transparência, sua preocupação. A situação pode ser uma crise temporária ou não. Diante da resposta, você precisa decidir se continua lá - opção de muitas pessoas que têm um certo grau de carinho e envolvimento com a firma - ou se busca uma nova colocação (decisão de quem não pode correr o risco de ficar sem emprego)". Independentemente disso, Túlio Arakelin, da empresa de recrutamento AGP, diz: "Mantenhase sempre atualizada na profissão. Assim, será mais fácil se recolocar."

Falta infraestrutura na companhia
Recebeu ordens da chefia para realizar uma determinada tarefa. Porém, a empresa não dispõe do material ou equipamento necessário para cumpri-la a contento.
A atitude
"A companhia pede para fotografar um evento, mas não oferece a máquina fotográfica. Sim, você até pode levar a sua", diz Ana Luiza. No entanto, a especialista alerta: deixar em suas mãos a resolução de problemas desse tipo deve ter limite. Para o consultor Rogério Leme, é preciso analisar o momento. "Se a firma não oferece estrutura porque não tem condições, seja criativa para superar a crise. Mas se a questão se resume a diminuir gastos por ganância, negocie condições mínimas de trabalho com o gestor, lembrando sempre que a empresa deve ser a maior beneficiada".

Caí na boca do povo
Seus colegas de trabalho decidiram colocá-la na berlinda e você virou vítima de fofocas. Os boatos já chegam a incomodar e até atrapalhar seu desempenho profissional.
A atitude
Primeira atitude a tomar nesse caso: identifique quem está espalhando o falatório. Tente uma conversa com essa pessoa e exponha seu incômodo. Caso a fofoca seja mentirosa, converse com os outros colegas e esclareça os fatos. "Em último caso, procure seu chefe e relate a confusão. Não é o ideal levar a questão a ele, mas sofrer e prejudicar seu aproveitamento pode ser ainda pior", diz Ana Luiza.

Não aguento mais trabalhar tanto
Você acumula cada vez mais funções e já não consegue realizar o trabalho no tempo do expediente.
A atitude
Seja sutil ao levar o problema ao gestor. Afinal, se não souber expor a situação, a queixa pode soar como preguiça. "Liste suas tarefas nos períodos antes e depois desse acúmulo, mostrando o quanto a mais está trabalhando agora. A intenção é manter a qualidade das suas funções", diz Ana Luiza. Já Rogério sugere uma autoanálise. "Será que realmente estou executando muito trabalho ou ando desmotivada, sentindo que todas as atividades ficam nas minhas costas?" Reflita!

Querem que eu me demita
A empresa não quer mais seus serviços e a pressiona para pedir as contas.
A atitude
Você não tem obrigação de tomar essa decisão nem deve se sentir pressionada a fazer isso. "Peça demissão apenas se essa for a sua vontade e mostre que conhece bem seus direitos. Agora, se a companhia quer demiti-la, claro, ela pode fazer isso", explica Ana Luiza.