domingo, 1 de julho de 2012

Dificuldade de contratar pessoas está entre os 10 principais preocupações das companhias


Ao menos 60% das companhias não têm plano estratégico para gerenciar funcionários e sentem-se incapazes de atrair e reter talentos, aponta o estudo Global Risk Management Survey. Esta preocupação ocupa o sétimo lugar no ranking dos dez maiores riscos enfrentados pelas companhias. A pesquisa, realizada pela Aon Risck Solutions, foi apresentado na última quinta-feira (22/09), onde estiveram reunidos gestores e convidados que debateram sobre o tema.
Problemas culturais, falta de mão de obra qualificada e políticas pensadas em curto prazo foram as principais questões abordadas durante discussão do tema. Com a mudança no perfil dos ambientes de trabalho e a dificuldade de contratação, tem surgido a necessidade de traçar estratégias para assegurar a permanência dessas pessoas na empresa. “Isso é um problema tão sério que muitas pessoas estão chamando de ‘apagão de talentos’. É, por exemplo, o caso da China, que, se continuar neste ritmo, calcula-se que em 2015, terá mais empregos disponíveis do que funcionários”, informou Karla Baratto, diretora de liderança e cultura da Aon.
Ainda segundo Karla, outro problema identificado nesse sentido é quando empresas não percebem quem são esses talentos e não se preocupam em alinhar os desejos dos funcionários com o da empresa, mantendo sempre a visão imediatista. “No caso do Brasil, falta cultura pensada em longo prazo e isso é um dos fatores preocupantes que faz com que o País tenha dificuldade de manter seus talentos”, concluiu.
É preciso entender a importância e os benefícios de ter pessoas altamente capacitadas na companhia, pois, estes funcionários detêm conhecimento dos processos e da empresa como um todo e perdê-los significa perder informações importantes, muitas vezes sigilosas, para a concorrência. “Para solucionar esta questão fizemos um acordo de cavalheiros”, comentou Guilherme Brochmann, gerente de riscos e seguros do grupo DHL no Brasil.
Já Carlos Branco, gerente de riscos e seguros para América do sul da Andritz Hydro, acredita que, para manter boas pessoas, é preciso incentivar e envolver esses funcionários com os projetos e ideais da empresa. “Pensando nisso, a nossa companhia não usa a palavra reter e sim engajar e procuramos ter certeza de que o funcionário está alinhado com as expectativas da companhia”, esclareceu.
Mas antes de pensar em atrair e reter é preciso investir na profissionalização dessas pessoas para cultivar cada vez mais talentos. “É preciso investir na formação dos funcionários, assim garantimos pessoas qualificadas e comprometidas com a organização”, concluiu Karla.

terça-feira, 26 de junho de 2012

MAIS DE 130 VAGAS DE EMPREGO EM AQUIRAZ

A Ambev está com seleção aberta para 130 vagas na fábrica localizada em Aquiraz, a 32 km de Fortaleza, até o mês de julho.

São 20 vagas de técnicos elétricos e mecânicos; 100 vagas de operadores de linha de produção (no setor de engarrafamento, na linha de cerveja de embalagem 600 ml); quatro vagas na área de logística (armazém) e seis vagas para supervisores.
Os candidatos a técnicos elétricos e mecânicos necessitam ter formação técnica nessas áreas. Na linha de produção e logística, é necessária a conclusão do ensino médio. Aos supervisores, é preciso formação em Engenharia Mecânica, Elétrica, Química, de Alimentos ou de Produção.
Entre os benefícios da função estão plano médico e odontológico, auxílio material escolar, ticket refeição, 13º e 14º salário, previdência privada, entre outros.
A seleção ocorre até julho quando todas as vagas forem preenchidas. Os aprovados iniciam ainda neste mês. Os interessados em se inscrever devem enviar currículo com foto para o e-mail selecao5@topcompanyrh.com.br. Mais informações pelo telefone: (85)3023.5462.

FONTE: http://www.empregorapido.com/2012/06/ambev-abre-130-vagas-em-aquiraz-ce.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+empregorapidovagastrabalho+%28Emprego+R%C3%A1pido%29

domingo, 24 de junho de 2012

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5 MANEIRAS DE LIDAR COM CLIENTES INSATISFEITOS NAS REDES SOCIAIS


Você garante a qualidade de seus produtos? Possui uma equipe de profissionais eficaz? Parabéns! Porém, infelizmente, por melhor que sua empresa seja, provavelmente ela não passará ilesa por um processo bastante comum nas redes sociais: o das menções negativas. E agora?
Ao invés de entrar em desespero, aproveite a oportunidade. Tudo irá depender de uma estratégia de marketing inteligente e de um pouco de paciência.


E COMO FAZ ?

1. Seja dinâmico
Quando uma companhia recebe uma crítica em uma rede social, o tempo de resposta é crucial. Portanto, se isso ocorrer, lembre-se: quanto mais demorado for seu feedback, mais impaciente seu cliente irá ficar. Para piorar, se a queixa for feita no “horário de pico” das mídias sociais (que geralmente coincide com o horário comercial), é natural que muita gente apoie o consumidor em questão, o que irá gerar um buzz negativo à sua marca.Ou seja, você só tem uma saída: responder o mais breve possível.

2. Humanize seu atendimento

A pior de todas as práticas do “SAC nas redes sociais” é deletar uma reclamação (jamais faça isso!).  A segunda é a de dar como retorno um modelo de resposta padrão. Se o consumidor já estava bravo, pode ter certeza de que ficará furioso com um atendimento totalmente despersonalizado.
A receita para lidar com este problema é simples. Ao receber uma menção negativa, demonstre empatia. Comunique-se em tom amigável, chame o “reclamante” pelo nome e também se apresente. A partir deste momento, o contexto mudará, pois se tornará pessoal. É fácil gritar com uma pessoa jurídica, mas se você humanizar a abordagem, quem o criticou sentirá que está sendo “respeitado”.

3. Mantenha a discussão em aberto

Quando surge um comentário depreciativo em uma rede social, a reação instintiva é tentar “mudar a conversa” para o atendimento via telefone ou email.
No entanto, se agir desta forma, “o mundo online” não saberá o quanto você e sua equipe se esforçaram para corrigir o contratempo.
Esta é a vantagem de estar presente nas mídias sociais, pois lá tudo fica “às claras”. Milhares de pessoas saberão o quanto sua companhia preza e se preocupa com seu público-alvo.

4. Solucione o problema

Resolver a questão é sua obrigação. Sendo assim, é interessante, como estratégia de marketing, oferecer um brinde/presente à pessoa que reclamou (um produto ou serviço de sua empresa, de preferência). Logo, sua marca será lembrada pela atenção que tem com seus consumidores e pela ação positiva que adotou ao “presentear” quem a criticou.
É óbvio que tal prática não pode ser realizada com cada indivíduo que postar um comentário “ruim” em sua página. Utilize esta tática somente em circunstâncias mais graves. Você saberá quais são.

5. Às vezes, a melhor estratégia é não fazer nada

Caso tenha certeza de que sua marca tenha feito quase o “impossível” para transformar o consumidor insatisfeito em um “fã” (ou em uma pessoa “feliz”) e, mesmo assim, ele continue a falar mal de sua empresa, considere o caso como troll.
Quando alguém direciona a sua atenção a fazer menções negativas a uma marca (mesmo depois de seu problema ter sido solucionado), não há mais nada a ser feito.
Com o tempo, as outras pessoas irão notar que o desejo real do indivíduo é “aparecer”. Portanto, ignore e siga em frente.
As redes sociais podem parecer um bicho de sete cabeças no início. Porém, com o tempo, através das táticas mencionadas, você se acostumará a lidar com as críticas e aprenderá com elas. Sem contar que a visibilidade da sua marca se tornará muito maior. Isto é, se seu produto e seu atendimento são bons, a tendência é de que sua empresa só cresça com a ajuda das mídias sociais.
Se acha que sua companhia realmente tem espaço neste segmento. Não tenha medo, aposte.
Por Carla Bordin
Com informações de SocialMedia Examiner

A ERA DO VENDEDOR 2.0


Ao procurar no dicionário de língua portuguesa o significado da palavra “vender”, uma das definições encontradas é “apresentar-se, anunciar-se, exibir-se”. Ou seja, todas as características de um bom vendedor.
Sim, antigamente esse representante precisava ser tudo isso e muito mais. Ele era não só a interface entre o fabricante e o comerciante, mas toda a imagem do produto, desde os benefícios até o formato da embalagem. Todos os diferenciais do produto eram expostos nas primeiras vendas, desde características como agregar valor até a fase da conquista do cliente. Como podemos dizer, o vendedor era “o cara”.
Passaram-se os anos e essa figura foi ganhando novas atribuições. Surgiu o e-commerce, surgiram tecnologias. O vendedor deixou de ser aquele ser praticamente místico, capaz de negociar um copo de gelo para um esquimó. Muitos consumidores, e até comerciantes, passaram a até renegar o vendedor, preferindo escolher e comprar por conta própria.
Mas essas mesmas tecnologias hoje propiciam a volta do vendedor, mas não puramente com os bons dons de convencimento. Ele vem (ou deve vir) munido de mais. É a mais pura versão do vendedor 2.0. Esse personagem vem com dispositivos móveis, acessibilidade, flexibilidade, conteúdo multimídia, e muito mais coisa. É o poder do conhecimento atrelado à tecnologia na palma das mãos.
Segundo pesquisa da consultoria alemã Research2Guidance, especializada em TI e indústrias emergentes, entre 2011 e 2013, o desenvolvimento de aplicações móveis deve crescer 800% em todo mundo.
Esse cenário possibilita e amplifica o vendedor 2.0. Hoje ele não precisa mais anunciar e exibir o produto, tem apenas que estar acompanhado de um tablet ou um smartphone.
Além do fator apresentação, a integração 100% é outro grande diferencial que essa figura traz. Antigamente ao tomar um pedido, o vendedor poderia demorar até dois dias para voltar à companhia e dar início ao processo de faturamento e entrega dos produtos. Com a mobilidade é possível realizar tudo em tempo real, como uma simples compra no e-commerce, ganhando em velocidade e praticidade.
Ou seja, a mobilidade traz uma série de benefícios. Independente do acesso via internet, pode-se trabalhar com as informações, emitir pedido, fazer o roteiro de visitas, acompanhamento das ações de marketing etc. Já do lado do comprador, ele tem não só vantagens como agilidade e apresentações do produto, mas algo muito mais importante: confiabilidade. Ali, às mãos do vendedor, em um tablet ou smartphone, está a representação virtual de tudo que o que foi acordado entre as partes, é a segurança e relação de confiança entre o vendedor e o lojista.
Essas são apenas algumas das características desse novo vendedor, que de místico passou a atuar como um verdadeiro profissional altamente atualizado para apresentar, anunciar e exibir.
por José Ricardo Ferreira: Diretor Comercial da Entire Technology Partners